{"id":4115,"date":"2013-09-20T03:00:00","date_gmt":"2013-09-20T06:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ematerce.ce.gov.br\/2013\/09\/20\/serie-metodologias-participativas-extensao-rural-2\/"},"modified":"2013-09-20T03:00:00","modified_gmt":"2013-09-20T06:00:00","slug":"serie-metodologias-participativas-extensao-rural-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ce.gov.br\/ematerce\/2013\/09\/20\/serie-metodologias-participativas-extensao-rural-2\/","title":{"rendered":"S\u00c9RIE  METODOLOGIAS  PARTICIPATIVAS \/ EXTENS\u00c3O RURAL"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Resumo Hist\u00f3rico (A Evolu\u00e7\u00e3o da Ater )<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Nas d\u00e9cadas de 60 e 70, os enfoques de desenvolvimento rural\u00a0 respaldavam-se\u00a0 na transfer\u00eancia de tecnologias(difusionismo) e na aus\u00eancia da participa\u00e7\u00e3o dos benefici\u00e1rios, tanto na elabora\u00e7\u00e3o quanto na execu\u00e7\u00e3o dos projetos.<br \/>\u00a0<\/p>\n<p>Com a mudan\u00e7a do foco para\u00a0 Agricultura Familiar, em meados dos anos 60, a Ater(Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural) passou a priorizar a participa\u00e7\u00e3o dos agricultores, na elabora\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o dos projetos, com o uso de METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS, em que\u00a0 o papel do t\u00e9cnico n\u00e3o \u00e9 mais o de convencer o agricultor, mas o de vencer, com ele, construindo juntos novas op\u00e7\u00f5es de procedimentos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Informe\u00a0 05\u00a0 -A\u00a0 ESTRAT\u00c9GIA DE ATER\u00a0 PARA\u00a0\u00a0\u00a0 AGRICULTURA\u00a0 FAMILIAR (continua\u00e7\u00e3o) \u00a0<\/p>\n<p>Fundamentos : A APROPRIA\u00c7\u00c3O DE TECNOLOGIAS PELOS AGRICULTORES FAMILIARES<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Como j\u00e1 vimos, o\u00a0 papel educativo da Ater est\u00e1 apoiado em 4 grandes vertentes, quais sejam: o apoio \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o e \u00e0 gest\u00e3o dos agricultores; a apropria\u00e7\u00e3o de tecnologias\u00a0 pelos agricultoresno \u00e2mbito econ\u00f4mico, social e ambiental;a facilita\u00e7\u00e3o\u00a0 do acesso \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas e a integra\u00e7\u00e3o com a pesquisa, visando\u00a0 encontrar\u00a0 solu\u00e7\u00f5es para os problemas detectados\u00a0 pelos agricultores e extensionistas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>No que diz respeito \u00e0 atividade apropria\u00e7\u00e3o de tecnologias pelos agricultores familiares, sabemos que, para realizar o desenvolvimento rural sustent\u00e1vel \u00e9 necess\u00e1rio construir novas pr\u00e1ticas e comportamentos, por meio do processo educativo da Ater , via capacita\u00e7\u00e3o dos produtores rurais. S\u00e3o os agricultores familiares, com sua capacidade de mudar e de assumir a responsabilidade pelo seu\u00a0 pr\u00f3prio desenvolvimento,que determinar\u00e3o\u00a0 o \u00eaxito ou o fracasso de suas atividades.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>N\u00e3o se deve desconhecer,todavia, que existe uma car\u00eancia muito grande de op\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, adequadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas dos agricultores familiares, fazendo com que os mesmos subsistam \u00e0 custa de m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria , extremamente, ineficientes. Isto \u00e9 plenamente justific\u00e1vel vez que as pesquisas desenvolvidas, geralmente, n\u00e3o t\u00eam levado em considera\u00e7\u00e3o os sistemas de produ\u00e7\u00e3o, adotados pelos agricultores familiares, ofertando, apenas, tecnologias por produto, que sugerem o uso intensivo de insumos modernos e de capital, bens de acesso limitado ao agricultor familiar e que descaracterizam suas formas de explora\u00e7\u00e3o, em que predominam pouco uso de insumos e a utiliza\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra familiar. Urge a\u00a0 intensifica\u00e7\u00e3o da articula\u00e7\u00e3o pesquisa-extens\u00e3o rural, para minimizar o problema, encontrando solu\u00e7\u00f5es alternativas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Outro agravante \u00e9 a falta de\u00a0 compreens\u00e3o do funcionamento dos mercados, que imp\u00f5e articula\u00e7\u00e3o com os segmentos pr\u00e9 e p\u00f3s-porteira, novas formas de negocia\u00e7\u00e3o e\u00a0\u00a0 pr\u00e1ticas de gest\u00e3o do processo produtivo. O fato \u00e9 que uma parte significativa dos agricultores familiares ignora a evolu\u00e7\u00e3o do mercado e as altera\u00e7\u00f5es, nos h\u00e1bitos de consumo, olhando apenas a sua atividade, como se ela estivesse desvinculada dos demais segmentos da cadeia produtiva, ou dos pr\u00f3prios h\u00e1bitos dos consumidores.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Por interm\u00e9dio do atendimento sistematizado, (abordado no informativo 03), os extensionistas,com os grupos de agricultores assistidos,far\u00e3o o diagn\u00f3stico participativo dos problemas, oportunidade em que debater\u00e3o e implementar\u00e3o as solu\u00e7\u00f5es participativas, quando despontar\u00e3o as tecnologias mais adequadas \u00e0 realidade daqueles agricultores(passos IV a VIII do atendimento sistematizado de Ater).Dever\u00e3o ser tecnologias simples e baseadas nos pr\u00f3prios sistemas de produ\u00e7\u00e3o dos agricultores, priorizando os recursos locais e nativos. No informativo 04, enfatizamos o apoio \u00e0 gest\u00e3o e \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o dos agricultores, enfatizando o abandono do individualismo, a aquisi\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o conjunta de m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas, a compra conjunta de insumos e comercializa\u00e7\u00e3o das colheitas, evitando a intermedia\u00e7\u00e3o e a venda da produ\u00e7\u00e3o sem valor agregado.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>As tecnologias priorizadas\u00a0 constituir\u00e3o o foco das capacita\u00e7\u00f5es, te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas, ministradas aos agricultores componentes dos grupos assistidos.<br \/>O objetivo a ser perseguido \u00e9 o desenvolvimento de uma Agricultura ambientalmente sustent\u00e1vel, produtiva e rent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os Instrumentos Metodol\u00f3gicos<\/p>\n<p>Os instrumentos metodol\u00f3gicos(U.O, D.R e U.D), s\u00e3o ferramentas de alcance a grupos, de suma import\u00e2ncia para\u00a0\u00a0 Ater, pois,\u00a0 por interm\u00e9dio delas, s\u00e3o testadas e difundidas tecnologias econ\u00f4mica e socialmente vi\u00e1veis, diminuindo os riscos dos agricultores.<\/p>\n<p>A Unidade de Observa\u00e7\u00e3o(U.O)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Possibilita que os grupos de agricultores(as) testem, nas condi\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas locais, tecnologias e conhecimentos que apresentaram bons resultados em outras localidades e que ser\u00e3o \u00fateis no solucionamento de problemas locais.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>As tecnologias, a serem trabalhadas na U.O, s\u00f3 dever\u00e3o ser definidas e implantadas,\u00a0 quando o grupo j\u00e1 tiver a percep\u00e7\u00e3o de que as mesmas poder\u00e3o constituir em solu\u00e7\u00e3o\u00a0 para\u00a0\u00a0\u00a0 problemas j\u00e1 sentidos pelos agricultores(as). Tal percep\u00e7\u00e3o somente ser\u00e1 interiorizada, na consci\u00eancia dos agricultores(as), ap\u00f3s um trabalho pr\u00e9vio da Ater(atendimento sistematizado), realizado no dia-a-dia da programa\u00e7\u00e3o do extensionista. Constitu\u00eddo por uma \u00fanica parcela(tecnologia em observa\u00e7\u00e3o), de dimens\u00f5es restritas(\u00e1rea, n\u00famero de cabe\u00e7as,etc.), os resultados obtidos s\u00e3o comparados com o hist\u00f3rico dos resultados de produtividade das tecnologias locais, sendo estendidos ao uso local, em fun\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o benef\u00edcio\/custo apresentada.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O colaborador e o grupo, respons\u00e1veis pela condu\u00e7\u00e3o da unidade, dever\u00e3o estar sensibilizados,comprometidos e ansiosos pela pela busca dos bons resultados econ\u00f4micos e sociais que o instrumento poder\u00e1 gerar, em benef\u00edcio de todos. Como os resultados da unidade encontram-se em fase de comprova\u00e7\u00e3o, o acompanhamento dever\u00e1 ficar restrito ao grupo envolvido em sua instala\u00e7\u00e3o.\u00a0 A unidade de observa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m\u00a0 desempenha preponderante papel, no que diz respeito \u00e0 familiariza\u00e7\u00e3o( te\u00f3rica e pr\u00e1tica) dos extensionistas e agricultores com o uso das novas tecnologias e pr\u00e1ticas, objeto do instrumento. A sele\u00e7\u00e3o dos colaboradores(agricultores), \u00e1reas , lotes e defini\u00e7\u00e3o das tecnologias, a serem testadas, dever\u00e3o ser executadas em comum acordo entre extensionistas e grupo de agricultores asssitidos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A aquisi\u00e7\u00e3o dos insumos, com recursos p\u00fablicos, poder\u00e1 comprometer os resultados esperados , em face a libera\u00e7\u00e3o tardia dos recursos, raz\u00e3o pela qual esse impasse dever\u00e1 ser evitado, contemplando as aquisi\u00e7\u00f5es como contrapartida da comunidade(j\u00e1 motivada e interessada), ou via outras fontes de recursos mais seguras. As despesas e receitas da unidade de observa\u00e7\u00e3o dever\u00e3o ser convenientemente controladas e\u00a0 registradas, possibilitando uma\u00a0 an\u00e1lise eficiente de benef\u00edcio \/ custo.\u00a0 A defini\u00e7\u00e3o das tecnologias, objeto das unidades de observa\u00e7\u00e3o, dever\u00e1 ser feita no dia-a-dia das atividades dos extensionistas, por interm\u00e9dio dos diagn\u00f3sticos participativos,devendo constar na programa\u00e7\u00e3o do escrit\u00f3rio da Ater e dos\u00a0 agricultores(PAC).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Demonstra\u00e7\u00e3o de Resultados(D.R)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Trata-se de um instrumento que facilita a apropria\u00e7\u00e3o de novos conhecimentos pelos diversos grupos de agricultores(as), cujos resultados s\u00e3o divulgados para outros grupos, por interm\u00e9dio do uso de diversos m\u00e9todos, empregados pela Ater(visitas, reuni\u00f5es, excurs\u00f5es, dias-de-campo etc.).<\/p>\n<p>Consta de duas parcelas que permitem a compara\u00e7\u00e3o da(s) nova(s) tecnologias, de comprovada efici\u00eancia cient\u00edfica, com a(s) tecnologia(s) tradicionais(ex. sementes comum x sementes selecionadas; rebanho com alimenta\u00e7\u00e3o tradicional x rebanho com ra\u00e7\u00e3o balanceada,etc.). A parcela representante da tecnologia tradicional permite que os agricultores possam melhor comparar e\u00a0 avaliar visualmente os efeitos das novas tecnologias, de efici\u00eancia comprovada, apresentadas na outra parcela.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A dimens\u00e3o das parcelas deve ser ajustada e representativa da realidade local, permitindo que os agricultores fa\u00e7am uma an\u00e1lise concreta das vantagens econ\u00f4micas e sociais das tecnologias apresentadas.<br \/>Tal qual, na unidade de observa\u00e7\u00e3o, a sele\u00e7\u00e3o dos colaboradores, \u00e1reas , lotes e defini\u00e7\u00e3o das tecnologias, a serem demonstradas, dever\u00e3o ser executadas em comum acordo entre extensionistas e grupo de agricultores.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A aquisi\u00e7\u00e3o de insumos dever\u00e1 ser amplamente discutida com os agricultores, podendo ser uma contrapartida da comunidade ou adquirida com outras fontes de recursos, evitando-se que um atraso, na libera\u00e7\u00e3o de recursos oficiais, comprometam os resultados econ\u00f4micos e sociais do instrumento. Para possibilitar uma\u00a0 an\u00e1lise eficiente de benef\u00edcio\u00a0 custo, as despesas e receitas da demonstra\u00e7\u00e3o de resultados dever\u00e3o ser convenientemente acompanhadas e\u00a0 registradas.\u00a0 A defini\u00e7\u00e3o das tecnologias, objeto das demonstra\u00e7\u00f5es de resultados, dever\u00e1, tamb\u00e9m,\u00a0 ser feita no dia-a-dia das atividades dos extensionistas(diagn\u00f3sticos participativos), devendo constar na programa\u00e7\u00e3o do escrit\u00f3rio da Ater e dos\u00a0 agricultores(PAC).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>7.3.Unidade Demonstrativa(U.D)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A unidade demonstrativa,\u00a0 chamada tamb\u00e9m de unidade t\u00e9cnica de demonstra\u00e7\u00e3o(U.T.D), constitui em uma fase mais avan\u00e7ada da demonstra\u00e7\u00e3o de resultados, dispensando, portanto, a parcela comparativa, que representa a tecnologia tradicional.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Na unidade demonstrativa, o sistema de produ\u00e7\u00e3o\u00a0 \u00e9\u00a0 adotado, amplamente, naquela cultura e\/ou cria\u00e7\u00e3o, resultado da decis\u00e3o individual do agricultor ou do grupo, motivados pela constata\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia dos resultados observados. A unidade demonstrativa causa\u00a0 maior impacto\u00a0 aos agricultores, pela maior \u00e1rea explorada, pelo uso das tecnologias em larga escala. Os agricultores(as), colaboradores das unidades demonstrativas, dever\u00e3o ser selecionados dentre todos aqueles que j\u00e1 adotaram amplamente o sistema de produ\u00e7\u00e3o da cultura e\/ou cria\u00e7\u00e3o em pauta, levando em conta os crit\u00e9rios de receptividade \u00e0 Ater, responsabilidade, compromisso, conhecimento t\u00e9cnico e esp\u00edtito investigativo, al\u00e9m da localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da propriedade\u00a0 dentro do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Na unidade demonstrativa dever\u00e1 ser feito todo o controle dos custos de produ\u00e7\u00e3o, sendo todas as despesas cobertas pelo agricultor.<br \/>Tal qual \u00e9 preconizado, nos demais instrumentos metodol\u00f3gicos, a defini\u00e7\u00e3o das tecnologias, objeto das unidades demonstrativas, dever\u00e1 ser feita no dia-a-dia das atividades dos extensionistas, devendo constar na programa\u00e7\u00e3o do escrit\u00f3rio da Ater e\u00a0 dos\u00a0 agricultores(PACs).\u00a0 Tendo como base os instrumentos metodol\u00f3gicos, extensionistas e agricultores dever\u00e3o participar de visitas, reuni\u00f5es, oficinas, excurs\u00f5es, dias especiais e de campo, al\u00e9m de outros eventos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Por interm\u00e9dio dos instrumentos metodol\u00f3gicos, os agricultores poder\u00e3o, usando o construtivismo, definir seus pr\u00f3prios sistemas de produ\u00e7\u00e3o, convenientemente, testados e ajustados \u00e0s realidades locais. O fato \u00e9 que os instrumentos metodol\u00f3gicos em Ater, dever\u00e3o surgir como busca de op\u00e7\u00f5es de solu\u00e7\u00e3o, para problemas j\u00e1 sentidos pelos grupos de agricultores, com destaque para a defini\u00e7\u00e3o dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o para a Agricultura Familiar.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Roberto R.Vieira<br \/>Engenheiro Agr\u00f4nomo da Ematerce<br \/>Articulador da Rede de Metodologias Participativas<br \/>doc. s\u00e9rie metodologias participativas 05<br \/>17-09-2013<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Resumo Hist\u00f3rico (A Evolu\u00e7\u00e3o da Ater ) \u00a0 Nas d\u00e9cadas de 60 e 70, os enfoques de desenvolvimento rural\u00a0 respaldavam-se\u00a0 na transfer\u00eancia de tecnologias(difusionismo) e na aus\u00eancia da participa\u00e7\u00e3o dos benefici\u00e1rios, tanto na elabora\u00e7\u00e3o quanto na execu\u00e7\u00e3o dos projetos.\u00a0 Com a mudan\u00e7a do foco para\u00a0 Agricultura Familiar, em meados dos anos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":3906,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[33],"tags":[],"class_list":["post-4115","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lista-de-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - 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