{"id":1755,"date":"2012-09-14T14:33:21","date_gmt":"2012-09-14T17:33:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/hgf\/2012\/09\/14\/o-que-as-pacientes-devem-saber-sobre-a-reconstrucao-mamaria\/"},"modified":"2012-09-14T14:33:21","modified_gmt":"2012-09-14T17:33:21","slug":"o-que-as-pacientes-devem-saber-sobre-a-reconstrucao-mamaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ce.gov.br\/hgf\/2012\/09\/14\/o-que-as-pacientes-devem-saber-sobre-a-reconstrucao-mamaria\/","title":{"rendered":"O que as Pacientes Devem Saber Sobre a Reconstru\u00e7\u00e3o Mam\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p>A qualidade de vida dos pacientes oncol&oacute;gicos (com diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer) tem melhorado nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Isto se deve ao fato de uma maior conscientiza&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia da preven&ccedil;&atilde;o e detec&ccedil;&atilde;o precoce dos tumores, assim como tratamentos mais eficazes e com menos efeitos colaterais. Associado ao tratamento mais efetivo, temos a evolu&ccedil;&atilde;o das t&eacute;cnicas cir&uacute;rgicas minimizando as sequelas.<\/p>\n<p> O Setor de Mastologia do Hospital Geral de Fortaleza (HGF) desempenha um papel fundamental&nbsp; no tratamento dos tumores da mama, cujo objetivo final &eacute; a satisfa&ccedil;&atilde;o das pacientes com melhoramento na qualidade de vida. Os tumores de mama s&atilde;o tratados com uma abordagem multidisciplinar. Em alguns casos, principalmente iniciais, a mama pode ser conservada. O tumor deve ser removido junto com uma quantidade adequada de tecido mam&aacute;rio sadio circunjacente (ao redor dele). Existem situa&ccedil;&otilde;es, no momento da cirurgia conservadora, onde h&aacute; necessidade de um remodelamento daquela mama e simetriza&ccedil;&atilde;o da mama oposta (corre&ccedil;&atilde;o pl&aacute;stica da mama sadia), para que se alcance um melhor resultado est&eacute;tico final. A simetriza&ccedil;&atilde;o da mama oposta &eacute; ainda uma oportunidade para se fazer uma explora&ccedil;&atilde;o do outro lado e retirar &aacute;reas suspeitas para exame histol&oacute;gico de controle.<\/p>\n<p> Nos casos de cirurgia conservadora, o cirurgi&atilde;o e sua equipe devem escolher a melhor incis&atilde;o e o melhor remodelamento para cada paciente e discutir a reconstru&ccedil;&atilde;o previamente com a paciente. Quando for necess&aacute;ria a mastectomia (retirada de toda a mama), na maioria dos casos a reconstru&ccedil;&atilde;o pode ser proposta ao mesmo tempo desse intervento (ato cir&uacute;rgico).<\/p>\n<p> S&atilde;o dispon&iacute;veis muitas t&eacute;cnicas de reconstru&ccedil;&atilde;o mam&aacute;ria e o cirurgi&atilde;o ir&aacute; avaliar o m&eacute;todo ideal, com base na morfologia da paciente e suas expectativas.<br \/> Na maioria dos casos a reconstru&ccedil;&atilde;o pode ser feita com pr&oacute;tese de silicone, mas em outras situa&ccedil;&otilde;es podem-se utilizar tecidos da pr&oacute;pria paciente, retirando-os da regi&atilde;o abdominal ou do dorso, com ou sem emprego associado da pr&oacute;tese de silicone.<br \/> Em caso de mastectomia, atualmente podemos tentar salvar a ar&eacute;ola e mamilo gra&ccedil;as a uma t&eacute;cnica mais sofisticada; dessa maneira prevenimos o trauma da mutila&ccedil;&atilde;o, o que &eacute; muito importante do ponto de vista psicol&oacute;gico. Se n&atilde;o for poss&iacute;vel preservar o mamilo e ar&eacute;ola, esses podem ser reconstru&iacute;dos em outro tempo, ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o da simetria final.<\/p>\n<p> Muitos fatores contribuem para a decis&atilde;o do tipo e m&eacute;todo de reconstru&ccedil;&atilde;o. Por vezes temos mais de uma op&ccedil;&atilde;o, por isso cirurgi&atilde;o e paciente devem discutir amplamente at&eacute; chegarem a uma decis&atilde;o final. Existem vantagens e desvantagens para cada tipo de reconstru&ccedil;&atilde;o. Se a paciente n&atilde;o est&aacute; segura da decis&atilde;o &eacute; melhor adiar a reconstru&ccedil;&atilde;o, mas o tratamento oncol&oacute;gico deve ser realizado no momento certo. H&aacute; casos em que &eacute; aconselh&aacute;vel adiar a reconstru&ccedil;&atilde;o para ap&oacute;s o fim da terapia adjuvante, principalmente se for necess&aacute;ria a radioterapia p&oacute;s-operat&oacute;ria.<\/p>\n<p> <strong>A Cirurgia Oncopl&aacute;stica<\/strong><br \/> Oncopl&aacute;stica &eacute; intervento cir&uacute;rgico que associa o tratamento conservador para o c&acirc;ncer de mama com t&eacute;cnicas cl&aacute;ssicas de cirurgia pl&aacute;stica. Nesse procedimento fazemos ressec&ccedil;&atilde;o do tumor com tecido sadio circunjacente (ao redor) que chamamos de margem oncol&oacute;gica (margem de seguran&ccedil;a). Essas margens chegam a ser maiores que as margens das cirurgias conservadoras cl&aacute;ssicas (quadrantectomias). Em seguida realizamos o remodelamento desta mama e se necess&aacute;rio, a corre&ccedil;&atilde;o da mama contralateral para obter a simetriza&ccedil;&atilde;o entre elas. Essa t&eacute;cnica permite uma ampla excis&atilde;o do tumor e melhor resultado est&eacute;tico. Quando necess&aacute;rio a simetriza&ccedil;&atilde;o da mama oposta, temos a oportunidade de rastre&aacute;-la, isto &eacute;, detectar poss&iacute;veis tumores que n&atilde;o foram identificados em mamografia, ultrassom e exame cl&iacute;nico do especialista. Nesse momento poderemos retirar &aacute;reas suspeitas para exame histol&oacute;gico (biopsia) de controle. A oncopl&aacute;stica aumenta a chance de conserva&ccedil;&atilde;o da mama com margens mais amplas e melhor resultado est&eacute;tico, comparada &agrave; quadrantectomia cl&aacute;ssica.<\/p>\n<p> <strong>A Pr&oacute;tese Mam&aacute;ria de Silicone<\/strong><br \/> As pr&oacute;teses atualmente dispon&iacute;veis t&ecirc;m um inv&oacute;lucro externo de silicone e seu conte&uacute;do &eacute; de silicone gel. N&atilde;o h&aacute; correla&ccedil;&atilde;o entre essas pr&oacute;teses e o c&acirc;ncer de mama ou doen&ccedil;a autoimune. Quando a pr&oacute;tese &eacute; introduzida no corpo, cria-se uma cicatriz interna em torno dela que chamamos de c&aacute;psula. Se uma bact&eacute;ria contamina a pr&oacute;tese no momento ou depois da cirurgia, pode se desenvolver uma infec&ccedil;&atilde;o e em tal caso a pr&oacute;tese dever&aacute; ser removida e associar com antibi&oacute;tico com intuito de tratar a infec&ccedil;&atilde;o. O risco de infec&ccedil;&atilde;o &eacute; baixo e inferior a 2% dos interventos cir&uacute;rgicos. Ao se instalar uma infec&ccedil;&atilde;o, observa-se uma &aacute;rea vermelha, quente, febre e sinais de abscesso (supura&ccedil;&atilde;o). Os cirurgi&otilde;es usam t&eacute;cnicas padronizadas de antissepsia e profilaxia antibi&oacute;tica antes da indu&ccedil;&atilde;o anest&eacute;sica para a cirurgia. O que define rejei&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese &eacute; um espessamento da c&aacute;psula formada em torno dela. A c&aacute;psula pode permanecer sutil ou espessar-se provocando uma forma dura (contratura) da mama.<\/p>\n<p> Este espessamento tende a estreitar a base da pr&oacute;tese e resulta em uma forma muito arredondada da mama e &agrave;s vezes muito alta. Certo grau de contratura capsular pode ocorrer em 40% dos pacientes submetidos &agrave; reconstru&ccedil;&atilde;o com pr&oacute;tese, mas apenas em 10% dos casos a contratura &eacute; severa a ponto de causar desconforto e requerer outra interven&ccedil;&atilde;o para sua corre&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> &Agrave;s vezes &eacute; aconselh&aacute;vel uma corre&ccedil;&atilde;o da mama contralateral de modo a obter uma melhor simetria. O exemplo disso &eacute; a paciente que deseja uma mama maior em volume que antes; neste caso se deve inserir uma pr&oacute;tese atr&aacute;s da mama contralateral a fim de simetrizar as duas mamas.<br \/> A Cirurgia Mastopl&aacute;stica aditiva tamb&eacute;m &eacute; necess&aacute;ria, &agrave;s vezes, com finalidade est&eacute;tica. Em ambos os casos de mastopl&aacute;stica aditiva, seja para simetriza&ccedil;&atilde;o contralateral ou para promover a est&eacute;tica bilateral, a t&eacute;cnica cir&uacute;rgica &eacute; a mesma, com inser&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese submuscular ou subglandular, a depender do caso. A introdu&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese pode ser feita por uma incis&atilde;o periareolar ou no sulco inframam&aacute;rio ou ainda pela axila.<\/p>\n<p> As pacientes submetidas a uma mastopl&aacute;stica aditiva devem ser controladas com ultrassom uma vez por ano.<br \/> As pr&oacute;teses n&atilde;o s&atilde;o eternas e dever&atilde;o ser controladas sempre, devido ao risco de rotura espont&acirc;nea por desgaste depois de um tempo vari&aacute;vel, geralmente superior aos 10 anos.<\/p>\n<p> <strong>Expansor<\/strong><br \/> Funciona como um bal&atilde;o que fica posicionado abaixo do m&uacute;sculo peitoral maior, como uma pr&oacute;tese de silicone. &Eacute; progressivamente preenchido com soro fisiol&oacute;gico de modo a distender os tecidos gradativamente. O preenchimento (expans&atilde;o) &eacute; realizado atrav&eacute;s de uma v&aacute;lvula integrada ao expansor e facilmente identific&aacute;vel no subcut&acirc;neo. Esta expans&atilde;o requer alguns meses. Uma vez estabelecido o volume pretendido, &eacute; necess&aacute;rio um novo intervento de substitui&ccedil;&atilde;o do expansor pela pr&oacute;tese definitiva. O expansor pode ficar na sua sede por todo o tratamento adjuvante. Os riscos associados aos expansores s&atilde;o iguais aos das pr&oacute;teses de silicone.<\/p>\n<p> <strong>Reconstru&ccedil;&atilde;o Mam&aacute;ria&nbsp; com Retalho Muscular<\/strong><br \/> Trata-se do emprego de parte dos tecidos da paciente que vem transferidos habitualmente da regi&atilde;o abdominal ou do dorso, para a regi&atilde;o da mama operada.<br \/> No que diz respeito ao abdome, o excesso de gordura, presente em quase todas as pessoas, abaixo do umbigo pode ser utilizado para reconstruir a mama; esta t&eacute;cnica apresenta a vantagem de haver bastante tecido para reconstruir uma mama similar &agrave; contralateral sem emprego de pr&oacute;tese. &Eacute; poss&iacute;vel reconstruir uma mama grande, com textura pr&oacute;xima &agrave; natural. A sensibilidade poder&aacute; ser parcialmente recuperada e ainda variar de peso ao longo dos anos, como a mama sadia. Esse tipo de reconstru&ccedil;&atilde;o se chama TRAM (Retalho Transverso do M&uacute;sculo Reto Abdominal). Parte do m&uacute;sculo reto abdominal ou sua totalidade &eacute; utilizada. A vasculariza&ccedil;&atilde;o do retalho &eacute; preservada. Habitualmente utilizamos apenas um reto abdominal (temos dois), raramente se utilizando o segundo. No lugar do m&uacute;sculo se sobrep&otilde;e uma tela de modo a formar uma parede forte e evitar hernia&ccedil;&otilde;es. Permanecer&aacute; uma cicatriz abdominal como em uma abdominoplastia, outra em torno do umbigo e uma outra na mama reconstru&iacute;da.<br \/> &nbsp;O TRAM &eacute; mais natural, frequentemente se transforma junto com o f&iacute;sico da paciente, sem necessidade de controle ou substitui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese; pode-se recuperar a sensibilidade e permite ainda todos os controles com mamografia, ultrassom e resson&acirc;ncia magn&eacute;tica. A dura&ccedil;&atilde;o da cirurgia &eacute; de 4 a 5 horas, um m&ecirc;s para recupera&ccedil;&atilde;o e risco de complica&ccedil;&otilde;es elevado, especialmente em obesas e fumantes. Em 5 a 10% dos casos necessita de transfus&atilde;o no p&oacute;s-operat&oacute;rio. N&atilde;o h&aacute; limites de idade. N&atilde;o h&aacute; contraindica&ccedil;&otilde;es a uma futura gravidez e &eacute; preciso um atento seguimento. Na paciente com mamas muito volumosas, permanece a reconstru&ccedil;&atilde;o mais indicada assim como naquelas que v&atilde;o receber radioterapia e nas com alta possibilidade de rejei&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese de silicone. Nos casos em que n&atilde;o se pode utilizar tecido abdominal e especialmente em pacientes com mama contralateral pequena em que n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio grande volume, pode ser utilizado o m&uacute;sculo Grande Dorsal (Latissimus Dorsi) para reconstru&ccedil;&atilde;o. Nesse caso permanecer&aacute; uma cicatriz no dorso da paciente e uma elipse de pele do dorso ser&aacute; levada ao n&iacute;vel da mama para recriar a pele e gl&acirc;ndula que faltam. Nesse caso n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio tela na regi&atilde;o doadora. Deixa-se um dreno na regi&atilde;o dorsal por aproximadamente 15 dias e pode formar seroma (ac&uacute;mulo de plasma que necessita pun&ccedil;&otilde;es para esvaziamento) por um m&ecirc;s. Sobretudo nos casos de grande dorsal, pode ser necess&aacute;rio o uso concomitante de pr&oacute;tese para integrar o volume da mama a ser reconstru&iacute;da.<\/p>\n<p> <strong>Reconstru&ccedil;&atilde;o com Retalho Livre<\/strong><br \/> Nesta t&eacute;cnica, um tecido do corpo contendo pele, gordura e m&uacute;sculo &eacute; totalmente removida e levada para preencher o vazio deixado pela mastectomia. Uma art&eacute;ria e uma veia deste tecido s&atilde;o anastomosadas (emendadas), atrav&eacute;s de uma microcirurgia, para restabelecer a circula&ccedil;&atilde;o do sangue naquele tecido.<br \/> Desse modo podemos utilizar o tecido abdominal com pouco ou nenhum tecido muscular do abdome. Outra sede de onde se pode retirar o retalho &eacute; da regi&atilde;o gl&uacute;tea, mas com a desvantagem de criar uma assimetria naquela &aacute;rea e &agrave;s vezes uma cicatriz dolorosa. Podemos citar tamb&eacute;m o retalho do m&uacute;sculo gr&aacute;cil. A reconstru&ccedil;&atilde;o microcir&uacute;rgica pode durar seis ou mais horas e tudo isto deve ser adequadamente discutido previamente com a paciente.<\/p>\n<p> <strong>Mastoplastia Redutora e Mastopexia<\/strong><br \/> S&atilde;o interven&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas que podem ser propostas, seja por motivos est&eacute;ticos ou por simetriza&ccedil;&atilde;o da mama contralateral a despeito da reconstru&ccedil;&atilde;o.<br \/> para explorar a mama e consequentemente obter informa&ccedil;&otilde;es acuradas sobre tecido glandular. A paciente, uma vez ao ano, far&aacute; uma mamografia que mostrar&aacute; pequenos sinais radiol&oacute;gicos de cicatrizes internas da cirurgia anterior. As cicatrizes externas ser&atilde;o periareolares e verticais. A sensibilidade do mamilo ser&aacute; conservada bem como a funcionalidade do aleitamento. A diferen&ccedil;a entre mastopexia e cirurgia redutora consiste no fato em que na primeira a mama &eacute; somente elevada e na segunda ser&aacute; reduzido o seu volume.<\/p>\n<p> <strong>Mastectomia Redutora de Risco com Reconstru&ccedil;&atilde;o Imediata<\/strong><br \/> A indica&ccedil;&atilde;o de mastectomia redutora de risco bilateral &eacute; excepcional. &Eacute; considerada somente em casos de familiaridade importante (dois ou tr&ecirc;s) parentes pr&oacute;ximos de primeiro grau ou a presen&ccedil;a de teste gen&eacute;tico positivo. A decis&atilde;o final deve ser definida ap&oacute;s extensa discuss&atilde;o com a equipe m&eacute;dica-cir&uacute;rgica, psic&oacute;logo e possivelmente com outras pacientes que j&aacute; se submeteram a esse tipo de tratamento.<\/p>\n<p> <strong>Lipofilling<\/strong><br \/> Trata-se de uma nova t&eacute;cnica que permite corrigir defeitos mam&aacute;rios de pequena e m&eacute;dia dimens&atilde;o, seja ap&oacute;s cirurgia conservadora ou mastectomia. Consiste em liposuc&ccedil;&atilde;o (aspira&ccedil;&atilde;o) de tecido gorduroso de diversas regi&otilde;es de corpo (abdominal, regi&atilde;o lateral da coxa, face interna dos joelhos, etc.); em seguida essa gordura &eacute; centrifugada, separada do &oacute;leo e do sangue e ap&oacute;s essa purifica&ccedil;&atilde;o &eacute; injetada nas &aacute;reas defeituosas para preenchimento e modela&ccedil;&atilde;o, minimizando dessa forma o defeito existente. Com isso se obt&eacute;m melhoramento do resultado est&eacute;tico final.<\/p>\n<p> <strong>A Reconstru&ccedil;&atilde;o do Complexo Are&oacute;lo-Mamilar<\/strong><br \/> Descrevemos anteriormente que quando poss&iacute;vel preservamos o mamilo e ar&eacute;ola em casos selecionados de mastectomia. Mas em outras situa&ccedil;&otilde;es quando n&atilde;o podemos preserv&aacute;-los, devemos reconstru&iacute;-los para a complementa&ccedil;&atilde;o da reconstru&ccedil;&atilde;o mam&aacute;ria. Vale lembrar que como a mama reconstru&iacute;da, este complexo ar&eacute;olo-mamilar n&atilde;o ter&aacute; sensibilidade. A ar&eacute;ola pode ser reconstru&iacute;da com t&eacute;cnica de tatuagem ou enxerto de pele extra&iacute;do da regi&atilde;o da virilha. O mamilo pode ser reconstru&iacute;do com tecido local (da pele do retalho da mastectomia) ou ainda com pele do retalho grande dorsal usado na reconstru&ccedil;&atilde;o da mama.<\/p>\n<p> * Sempre que poss&iacute;vel a reconstru&ccedil;&atilde;o deve ser oferecida &agrave; paciente, por ser um direito assegurado por lei e por outro lado a mama representa a sua feminilidade, sexualidade, imagem corporal e &eacute; um componente importante da sua autoestima.<\/p>\n<p> O<strong> Dr. Elvis Lopes Barbosa<\/strong> &eacute; Cirurgi&atilde;o do HGF, com T&iacute;tulo de Especialista em Mastologia Mastologista e com forma&ccedil;&atilde;o em Cirurgia Reconstrutora da Mama pelo Instituto Europeu de Oncologia.<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A qualidade de vida dos pacientes oncol&oacute;gicos (com diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer) tem melhorado nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. 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