{"id":551,"date":"2010-02-20T03:00:00","date_gmt":"2010-02-20T06:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/hgf\/2010\/02\/20\/gordura-visceral-abdominal-favorece-doenca-coronariana\/"},"modified":"2010-02-20T03:00:00","modified_gmt":"2010-02-20T06:00:00","slug":"gordura-visceral-abdominal-favorece-doenca-coronariana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ce.gov.br\/hgf\/2010\/02\/20\/gordura-visceral-abdominal-favorece-doenca-coronariana\/","title":{"rendered":"Gordura visceral abdominal favorece doen\u00e7a coronariana"},"content":{"rendered":"<div>As medidas usuais da circunfer\u00eancia da cintura e do quadril e o \u00edndice de massa corporal (IMC) podem ser indicadores do risco de desenvolver doen\u00e7a coronariana. Mas um novo estudo aponta um outro indicador, bem menos conhecido: a gordura visceral abdominal.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Segundo a pesquisa, feita no Instituto do Cora\u00e7\u00e3o (InCor) do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), a \u00e1rea de gordura visceral abdominal superior a 150 cm\u00b2 aumenta em quase tr\u00eas vezes as chances de adquirir doen\u00e7a arterial coronariana &#8220;o normal \u00e9 at\u00e9 75 cm\u00b2.\u00a0A pesquisa, cujos resultados foram publicados na revista internacional Atherosclerosis, avaliou 125 indiv\u00edduos (71 homens e 54 mulheres), com idade m\u00e9dia de 56 anos, sem diagn\u00f3stico pr\u00e9vio de doen\u00e7a coron\u00e1ria.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Submetidos a exames de tomografia computadorizada, cerca 70 pacientes (56%) apresentaram medidas das \u00e1reas de gordura visceral abdominal \u201csignificativamente associadas ao diagn\u00f3stico de doen\u00e7a arterial coron\u00e1ria\u201d, de acordo com o trabalho.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os pesquisadores tamb\u00e9m verificaram que, quando os pacientes foram submetidos a exames antropom\u00e9tricos e tomogr\u00e1ficos tradicionais, os resultados n\u00e3o indicaram uma associa\u00e7\u00e3o com a doen\u00e7a nos indiv\u00edduos com diagn\u00f3stico de doen\u00e7a arterial coronariana, que \u00e9 caracterizada pelo bloqueio gradual das art\u00e9rias coron\u00e1rias.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com Luiz Francisco Rodrigues \u00c1vila, m\u00e9dico assistente da Divis\u00e3o de Imagem do InCor e um dos autores do estudo, uma das explica\u00e7\u00f5es para a n\u00e3o detec\u00e7\u00e3o da gordura visceral (que se encontra em uma estrutura mais profunda dentro da cavidade abdominal) nos exames convencionais \u00e9 a falta de instrumentos para isolar o tecido adiposo subcut\u00e2neo.&#8221;Quando realizamos a medida da cintura em um indiv\u00edduo estamos incluindo na aferi\u00e7\u00e3o o seu tecido adiposo subcut\u00e2neo que n\u00e3o est\u00e1 relacionado com doen\u00e7a arterial coronariana. Por isso, medidas semelhantes da circunfer\u00eancia abdominal podem representar riscos metab\u00f3licos completamente diferentes por n\u00e3o conseguir estimar com precis\u00e3o a adiposidade visceral&#8221;, disse.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Segundo \u00c1vila, o exame de tomografia computadorizada ainda n\u00e3o faz parte do arsenal padr\u00e3o de diagn\u00f3stico. &#8220;Mas, diferentemente do que se imagina, \u00e9 um exame facilmente reprodut\u00edvel. Um hospital que tenha tom\u00f3grafo, desde o mais simples ao mais complexo, em qualquer lugar do pa\u00eds, pode realiz\u00e1-lo. \u00c9 muito f\u00e1cil de ser feito e \u00e9 um fator preditivo importante para doen\u00e7a coron\u00e1ria&#8221;, destacou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ele destaca que a tomografia \u00e9 o \u00fanico m\u00e9todo pelo qual \u00e9 poss\u00edvel &#8220;com um \u00fanico corte no abd\u00f4men na altura do umbigo &#8220;identificar e medir o \u00edndice de gordura visceral. &#8220;\u00c9 um exame feito apenas com um corte simples no abd\u00f4men, na altura do umbigo&#8221;, disse. &#8220;Quando se vai ao cardiologista e se faz a medida da cintura, cerca-se o risco sem olhar dentro da art\u00e9ria, considerando a gordura da parede abdominal como se fosse a mesma da visceral, mas s\u00e3o diferentes. A gordura visceral \u00e9 muito mais perigosa do que a subcut\u00e2nea&#8221;, alertou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O estudo n\u00e3o verificou rela\u00e7\u00e3o direta entre obesidade e gordura visceral. &#8220;Um indiv\u00edduo pode ser obeso e n\u00e3o ter um \u00edndice elevado de gordura visceral. Ao se analisar a coron\u00e1ria desse paciente, podemos ter aus\u00eancia de sintomas da doen\u00e7a&#8221;, disse.<\/div>\n<div>Segundo \u00c1vila, duas pessoas podem ter a mesma medida de circunfer\u00eancia e, no exame de angiografia (m\u00e9todo de visualiza\u00e7\u00e3o dos vasos sangu\u00edneos), somente uma delas apresentar diagn\u00f3stico de doen\u00e7a arterial coronariana.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A pesquisa tamb\u00e9m resultou na disserta\u00e7\u00e3o de mestrado de Mateus Diniz Marques, m\u00e9dico estagi\u00e1rio do Setor de Resson\u00e2ncia e Tomografia Cardiovascular do InCor, em estudo orientado por \u00c1vila. A doen\u00e7a arterial coronariana \u00e9 uma das principais causas de morte em todo o mundo. Mas seus sintomas demoram para aparecer. &#8220;At\u00e9 a art\u00e9ria ter 70% de obstru\u00e7\u00e3o, geralmente n\u00e3o h\u00e1 sintomas, e os exames convencionais n\u00e3o apresentam altera\u00e7\u00f5es significativas&#8221;, disse \u00c1vila. Mas, segundo ele, cerca de 68% do infartos t\u00eam ocorrido em pessoas que apresentam placa menor que 50%. &#8220;\u00c9 uma discrep\u00e2ncia porque s\u00f3 enxergamos a doen\u00e7a quando ela apresenta obstru\u00e7\u00e3o maior do que 70%, mas os pacientes t\u00eam tido infarto com placa menor do que 50%. Os exames podem estar normais em rela\u00e7\u00e3o a outros fatores de risco, mas a pessoa pode enfartar por conta de uma placa que n\u00e3o \u00e9 detectada nos exames&#8221;, disse.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Uma das quest\u00f5es, segundo \u00c1vila, \u00e9 tentar compreender por que a gordura que est\u00e1 na parede do abd\u00f4men n\u00e3o tem tanta import\u00e2ncia como a que se encontra nas v\u00edsceras. &#8220;Ambas s\u00e3o dep\u00f3sitos gordurosos, mas a qualidade \u00e9 diferente. A visceral \u00e9 mais danosa&#8221;, explicou. &#8220;Tentamos demonstrar que existe sensibilidade e especificidade da gordura visceral que \u00e9 muito maior na indica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a coron\u00e1ria do que a medida do di\u00e2metro abdominal&#8221;, disse.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Segundo \u00c1vila, o trabalho ter\u00e1 prosseguimento. &#8220;Vamos acompanhar todos os pacientes que foram submetidos \u00e0s an\u00e1lises. Queremos comparar os dados com an\u00e1lises bioqu\u00edmicas. O objetivo \u00e9 identificar outros marcadores no sangue com a gordura visceral alterada&#8221;, disse.<\/div>\n<div>Os outros autores do artigo s\u00e3o Mateus Marques, Raul Santos, Jos\u00e9 Parga, Jos\u00e9 Rocha-Filho, Luiz Quaglia e M\u00e1rcio Miname.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><em><font class=\"Apple-style-span\" color=\"#999999\">Com nforma\u00e7\u00f5es do Jornal Correio do Brasil<\/font><\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As medidas usuais da circunfer\u00eancia da cintura e do quadril e o \u00edndice de massa corporal (IMC) podem ser indicadores do risco de desenvolver doen\u00e7a coronariana. 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