{"id":7620,"date":"2019-01-03T11:44:44","date_gmt":"2019-01-03T14:44:44","guid":{"rendered":"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/?p=7620"},"modified":"2019-01-03T11:44:44","modified_gmt":"2019-01-03T14:44:44","slug":"centro-dragao-do-mar-divulga-programacao-cultural-de-janeiro-de-2019-confira-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ce.gov.br\/secult\/2019\/01\/03\/centro-dragao-do-mar-divulga-programacao-cultural-de-janeiro-de-2019-confira-2\/","title":{"rendered":"Centro Drag\u00e3o do Mar divulga Programa\u00e7\u00e3o Cultural de janeiro de 2019. Confira"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><em>FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAG\u00c3O DO MAR<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\nGeral: de segunda a quinta, das 8h \u00e0s 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h \u00e0s 23h. Bilheteria: de ter\u00e7a a domingo, a partir das 14h.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Cinema do Drag\u00e3o: de ter\u00e7a a domingo, das 14h \u00e0s 22h. Ingressos: R$ 14 e R$ 7 (meia). \u00c0s ter\u00e7as-feiras, o ingresso tem valor promocional: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Museus: de ter\u00e7a a sexta, das 9h \u00e0s 19h (acesso at\u00e9 as 18h30); e aos s\u00e1bados e domingos, das 14h \u00e0s 21h (acesso at\u00e9 as 20h30). Acesso gratuito.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Multigaleria: de ter\u00e7a a domingo, das 14h \u00e0s 21h (acesso at\u00e9 as 20h30). Acesso gratuito.<br \/>\nPlanet\u00e1rio: de quinta a sexta, sess\u00f5es \u00e0s 18h e \u00e0s 19h; e aos s\u00e1bados e domingos, \u00e0s 17h, 18h, 19h e 20h. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\nOBS.: \u00c0s segundas-feiras, o Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte e Cultura n\u00e3o abre cinema, caf\u00e9s, museus, Multigaleria e bilheterias.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n<p>\u25ba [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [TEATRO INFANTIL]<\/p>\n<p>Mariquinha Maricota<\/p>\n<p>Bilu Bila e Cia &#8211; Grupo de Teatro e Palha\u00e7os do Cear\u00e1<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo narra a saga do jovem Z\u00e9 Ful\u00f4 em busca de salvar a sua amada Mariquinha Maricota das m\u00e3os do perverso Jo\u00e3o Cravo Amarelo Amarelado do Olho de Peixe Morto. O cen\u00e1rio \u00e9 o sert\u00e3o nordestino com suas hist\u00f3rias e seres fant\u00e1sticos. Para encontrar a fonte da vida o nosso her\u00f3i ter\u00e1 que enfrentar v\u00e1rios perigos e decifrar enigmas de figuras do nosso folclore como o Boi e a caipora. Muitas m\u00fasicas, brincadeiras e bonecos permeiam o espet\u00e1culo que esse ano completa dez anos de estrada.<\/p>\n<p>Dias 5, 6, 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de janeiro de 2019, \u00e0s 17h, no Teatro Drag\u00e3o do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [CONTA\u00c7\u00c3O DE HIST\u00d3RIAS]<\/p>\n<p>Um conto l\u00e1, que eu canto c\u00e1<\/p>\n<p>Comedores de Abacaxi S\/A<\/p>\n<p>\u201cUm conto l\u00e1, que eu canto c\u00e1\u201d surge para brincar com a musicalidade das palavras. As hist\u00f3rias viram m\u00fasica e a m\u00fasica \u00e9 tantas hist\u00f3rias. A sonoridade ambienta e d\u00e1 sentido ao que \u00e9 contado. S\u00e3o melodias para que convidam o p\u00fablico a entrar em outros lugares no tempo-espa\u00e7o. O que h\u00e1 de teatro, m\u00fasica e dramaturgia nas cantigas e no imagin\u00e1rio popular. \u00c9 muito longe e \u00e9 aqui do lado.<\/p>\n<p>Sinopse<\/p>\n<p>\u201cUm conto l\u00e1, que eu canto c\u00e1\u201d \u00e9 uma conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias e tem a m\u00fasica-jogo como um convite a brincar com as palavras. Em uma sucess\u00e3o de hist\u00f3rias e jogos cantados, prepara-se um canto para come\u00e7ar a contar do menino que sempre se arrependia, mas que continuava ajudando quem encontrasse. E da menina que n\u00e3o lembrava de nada, mas continuava se aventurando. Cada um, em cada hist\u00f3ria, \u00e9 sempre surpreendido.<\/p>\n<p>Dias 6 e 13 de janeiro de 2019, \u00e0s 18h, na Arena Drag\u00e3o do Mar. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [NAS RUAS DO DRAG\u00c3O]<\/p>\n<p>Todo cambur\u00e3o tem um pouco de navio negreiro<\/p>\n<p>Grupo N\u00f3is de Teatro<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo, que tem a assinatura da dire\u00e7\u00e3o de Murillo Ramos e a dramaturgia de Altemar Di Monteiro, traz em cena uma intensa discuss\u00e3o dial\u00e9tica sobre a criminaliza\u00e7\u00e3o e persegui\u00e7\u00e3o da juventude negra das periferias, debatendo tamb\u00e9m a desmilitariza\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia brasileira.<\/p>\n<p>Dividido em tr\u00eas atos, o espet\u00e1culo conta a hist\u00f3ria de Natanael, uma esp\u00e9cie de anti-her\u00f3i que nasce na periferia, vive inserido num sistema de opress\u00e3o e viol\u00eancia e, aos 18 anos,<\/p>\n<p>resolve entrar para pol\u00edcia militar.<\/p>\n<p>Trazemos uma dramaturgia \u00e9pica, onde o ator narrador \u00e9 o grande foco, numa esp\u00e9cie de \u201ctrag\u00e9dia afro\u201d, com elementos aleg\u00f3ricos e representativos do universo do movimento negro no Brasil e no<\/p>\n<p>mundo, al\u00e9m de m\u00faltiplas refer\u00eancias \u00e0 mitologia dos Orix\u00e1s.<\/p>\n<p>Para a montagem do espet\u00e1culo, o N\u00f3is de Teatro visitou v\u00e1rias comunidades quilombolas do Cear\u00e1 e do Maranh\u00e3o, dialogando tamb\u00e9m com movimentos sociais que pautam as quest\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o negra.<\/p>\n<p>O N\u00f3is de Teatro est\u00e1 localizado na periferia de Fortaleza, na Comunidade de Granja Lisboa, no Territ\u00f3rio de Paz do Grande Bom Jardim. Ao longo dos \u00faltimos 16 anos, o grupo tem constru\u00eddo uma a\u00e7\u00e3o continuada no que diz respeito \u00e0 circula\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos, oferta de cursos, interc\u00e2mbios e oficinas (teatro e percuss\u00e3o) para a comunidade, contribuindo de forma significativa para a forma\u00e7\u00e3o de plateia, incentivando crian\u00e7as e jovens como sujeitos sens\u00edveis, protagonistas de um novo mundo, para uma comunidade mais justa e menos violenta.<\/p>\n<p>Dias 6, 13 e 20 de janeiro e 3 de fevereiro de 2019, \u00e0s 19h, na Pra\u00e7a Verde. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 16 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [TEATRO DA TER\u00c7A]<\/p>\n<p>Leonce e Lena<\/p>\n<p>Teatro M\u00e1quina<\/p>\n<p>Leonce e Lena \u00e9 um espet\u00e1culo do Teatro M\u00e1quina, cuja estreia aconteceu em 2005. O espet\u00e1culo teve uma carreira de cerca de dois anos, com apresenta\u00e7\u00f5es pelos principais espa\u00e7os de exibi\u00e7\u00e3o de Fortaleza, al\u00e9m das participa\u00e7\u00f5es no Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga e no Festival de Teatro de Fortaleza. O projeto de montagem foi vencedor do II Edital de Incentivo \u00e0s Artes da Secretaria de Cultura do Estado do Cear\u00e1 e foi apoiado pelo Goethe Institut e pelo Programa DAAD, atrav\u00e9s da Casa de Cultura Alem\u00e3\/UFC. O espet\u00e1culo tamb\u00e9m realizou circula\u00e7\u00e3o pelas escolas p\u00fablicas municipais atrav\u00e9s do Edital das Artes 2006 da FUNCET\/Prefeitura de Fortaleza.<\/p>\n<p>Em 2012, como parte das atividades de comemora\u00e7\u00e3o dos dez anos do grupo e dos 50 anos da Casa de Cultura Alem\u00e3 da UFC, retomamos o projeto e come\u00e7amos a remont\u00e1-lo. Percebemos que esse trabalho \u00e9 maior do que uma reencena\u00e7\u00e3o, \u00e9 necessariamente uma nova abordagem do material desenvolvido entre 2005-2007. O grupo brinca mais livremente com as no\u00e7\u00f5es de f\u00e1bula, improvisa\u00e7\u00e3o, jogo e narra\u00e7\u00e3o, a fim de fazer do espa\u00e7o de encena\u00e7\u00e3o um espa\u00e7o de jogo que convoque o p\u00fablico a refletir sobre as quest\u00f5es postas pelo texto.<\/p>\n<p>Em 2013, realizamos uma temporada de 20 apresenta\u00e7\u00f5es no Edinburgh Festival Fringe (Esc\u00f3cia) onde recebemos excelente avalia\u00e7\u00e3o pela cr\u00edtica local (Three Weeks &#8211; 5 estrelas \/ The Scotsman &#8211; 4 estrelas).<\/p>\n<p>Sinopse<\/p>\n<p>Leonce e Lena , escrita em 1836, \u00e9 a \u00fanica com\u00e9dia de Georg B\u00fcchner. A pe\u00e7a trata da hist\u00f3ria de dois jovens nobres, o pr\u00edncipe Leonce, do Reino de Popo; e a princesa Lena, do Reino de Pipi. Ambos est\u00e3o prometidos em casamento, mas fogem porque rejeitam essa ideia. Por acaso, encontram-se e se apaixonam, sem chegar a conhecer suas identidades. No desfecho, o rei aceita casar os dois disfar\u00e7ados de t\u00edteres sofisticad\u00edssimos, para n\u00e3o abdicar da festa. A montagem do Teatro M\u00e1quina cria, em chave esportiva, situa\u00e7\u00f5es de jogo que exp\u00f5em o encontro dos jovens amantes em uma din\u00e2mica de velocidade e brincadeira, oferecendo ao p\u00fablico um pretexto para a discuss\u00e3o sobre o \u00f3cio e a liberdade.<\/p>\n<p>Sobre B\u00fcchner<\/p>\n<p>Georg B\u00fcchner (1813-1837), o autor de Woyzek , A Morte de Danton e da com\u00e9dia Leonce e Lena, \u00e9 considerado um g\u00eanio extraordin\u00e1rio, desaparecido antes do tempo. Precursor do Expressionismo e da dramaturgia de vanguarda, pelo seu car\u00e1ter facetado, de interrup\u00e7\u00f5es bruscas na forma, seus temas e personagens s\u00e3o melanc\u00f3licos, niilistas e desesperados. Sua produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria \u00e9 pequena, mas de grande for\u00e7a pela originalidade na linguagem, pela constru\u00e7\u00e3o de cenas aut\u00f4nomas e pela cr\u00edtica \u00e0 dramaturgia tradicional, o que, segundo Guinsburg e Koudela (2004), aponta para um \u201cesvaziamento da significa\u00e7\u00e3o ou do poder de comunica\u00e7\u00e3o da linguagem\u201d, quest\u00e3o \u201cparticularmente fecunda na literatura e na cena contempor\u00e2neas\u201d. Sua atualidade \u00e9 indiscut\u00edvel, diante do n\u00famero de montagens de seus textos que, a partir do s\u00e9culo XX especialmente, v\u00eam recebendo as mais variadas adapta\u00e7\u00f5es e releituras para a cena.<\/p>\n<p>Fonte: GUINSBURG, J. &amp; KOUDELA, I. D. (orgs.) B\u00fcchner : na pena e na cena. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 2004<\/p>\n<p>Sobre o Teatro M\u00e1quina<\/p>\n<p>Teatro M\u00e1quina \u00e9 um grupo de Fortaleza (CE) que desenvolve investiga\u00e7\u00e3o intensa de procedimentos est\u00e9ticos. Seu trabalho orienta-se por construir e sistematizar princ\u00edpios formais de composi\u00e7\u00e3o, cujos focos de pesquisa s\u00e3o a explora\u00e7\u00e3o do gesto (em sua constru\u00e7\u00e3o, defini\u00e7\u00e3o e separa\u00e7\u00e3o) e a no\u00e7\u00e3o expandida de narra\u00e7\u00e3o (como contraponto aos elementos dram\u00e1ticos).<\/p>\n<p>Em 2018, o grupo completa 15 anos de trabalho ininterrupto. Ao longo de sua trajet\u00f3ria, o Teatro M\u00e1quina tem participado de diversos festivais nacionais e internacionais, recebido premia\u00e7\u00f5es e indica\u00e7\u00f5es importantes como o Pr\u00eamio Shell de Teatro, e vem obtendo destaque e reconhecimento em \u00e2mbito nacional.<\/p>\n<p>Mais sobre : www.teatromaquina.com<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Fran Teixeira<\/p>\n<p>Texto: Georg B\u00fcchner<\/p>\n<p>Com Ana Luiza Rios, Edivaldo Batista, Felipe de Paula, Levy Mota, Loreta Dialla e M\u00e1rcio Medeiros<\/p>\n<p>M\u00fasica: Felipe de Paula e Levy Mota<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: Fabiano Ver\u00edssimo e Levy Mota<\/p>\n<p>Figurinos: Diogo Costa<\/p>\n<p>Assist\u00eancia de figurinos e adere\u00e7os: Thais de Campos e Loreta Dialla<\/p>\n<p>Arte gr\u00e1fica: Frederico Teixeira<\/p>\n<p>Ilumina\u00e7\u00e3o: Walter Fa\u00e7anha<\/p>\n<p>Cenografia: Teatro M\u00e1quina<\/p>\n<p>Cenot\u00e9cnico: Josu\u00e9<\/p>\n<p>Dias 8, 15, 22 e 29 de janeiro de 2019, \u00e0s 20h, no Teatro Drag\u00e3o do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 12 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [ENTRE PERFORMANCES]<\/p>\n<p>F\u00f3ssil<\/p>\n<p>Jota J\u00fanior Santos<\/p>\n<p>Desembrenhar em si, desencavar, dessepultar mem\u00f3rias, desenterrar gritos abafados, dessoterrar, exumar, desentranhar hist\u00f3rias exterminada ao longo de 518 anos e que parecemos n\u00e3o se importar. Afetar a partir do encontro com um homem\u2013f\u00f3ssil.<\/p>\n<p>Ficha T\u00e9cnica<\/p>\n<p>Performance: Jota J\u00fanior Santos<\/p>\n<p>Colaboradores: Jander Alc\u00e2ntara, Francis Wilker e Iago Barreto<\/p>\n<p>Assist\u00eancia: Alessandra Eug\u00eanio<\/p>\n<p>Vestimenta: Beethoven Cavalcante<\/p>\n<p>T\u00e9cnica: Nelson Albuquerque<\/p>\n<p>Ilustra\u00e7\u00e3o para divulga\u00e7\u00e3o: Ra\u00edsa Cristina<\/p>\n<p>Agradecimentos: Pavilh\u00e3o da Magn\u00f3lia, Universidade Federal do Cear\u00e1, Pedro Henriques, Clarice Lima e Rodrigo Alencar<\/p>\n<p>Sobre o trabalho<\/p>\n<p>F\u00f3ssil \u00e9 uma performance instalativa, onde o artista exp\u00f5e-se em local p\u00fablico, meio enterrado, meio est\u00e1tico, na vertical, sendo um f\u00f3ssil, que guarda mais do que evid\u00eancias de atividades biol\u00f3gicas preservadas, est\u00e3o naquele encontro mem\u00f3rias, camadas, hist\u00f3rias silenciadas e presen\u00e7a.<\/p>\n<p>Projeto Cor\u00f3, \u00e9 uma pesquisa desenvolvida pelo artista, que come\u00e7ou ap\u00f3s a encena\u00e7\u00e3o de \u201cCama de Baleias\u201d (2017) montagem de sua turma de Teatro da UFC, com dire\u00e7\u00e3o de Francis Wilker. Na pe\u00e7a, a dramaturgia foi criada a partir das mem\u00f3rias pessoais dos artistas, na ocasi\u00e3o Jota provocou-se a pensar sobre sua identidade, e deparou-se com uma nega\u00e7\u00e3o inconsciente de sua ancestralidade ind\u00edgena. A partir da\u00ed come\u00e7ou a pesquisar sua cidade natal, Camocim-Ce e as evid\u00eancias da passagem dos Trememb\u00e9s pela cidade rumo ao estado do Piau\u00ed. Evocando a imagem do peixe pedra, o cor\u00f3 do Rio Acara\u00fa, para nadar sobre essas mem\u00f3rias.<\/p>\n<p>Os avivamentos e apagamentos da mem\u00f3ria ind\u00edgena no cear\u00e1 constituem sua pesquisa que busca dramaturgias para provocar experimentos teatrais e perform\u00e1ticos. A exemplo de \u201cComo devolver o bra\u00e7o do \u00edndio? (2018) experimento c\u00eanico que dialoga com a cidade de Fortaleza, criado ap\u00f3s o artista deparar-se com uma est\u00e1tua de um ind\u00edgena sem bra\u00e7o, no portal principal do Parque da Crian\u00e7a-Centro. A encena\u00e7\u00e3o foi realizada em junho de 2018 no Museu do Cear\u00e1, ap\u00f3s desenvolver ocupa\u00e7\u00e3o e performances realizadas no Parque da Crian\u00e7a com o artistas colaboradores Alessandra Eugenio, Beethoven Cavalcante e Lawrence S\u00e1.<\/p>\n<p>A performance F\u00d3SSIL prop\u00f5e realizar um trabalho de escava\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias do artista a partir do encontro com o outro, com seu corpo e as imagens produzidas. Bem como com as imagens que inspiraram o trabalho, a exemplo quando da di\u00e1spora do povo Trememb\u00e9 que tiveram no ano de 1897, seu territ\u00f3rio soterrado por uma duna em Amofala-CE.<\/p>\n<p>Sobre o artista<\/p>\n<p>Ator, performer, produtor cultural \u00e9 integrante do Grupo Pavilh\u00e3o da Magn\u00f3lia e aluno do 8\u00ba semestre da Licenciatura em Teatro &#8211; ICA\/Universidade Federal do Cear\u00e1. Cursou Artes Visuais na Universidade Regional do Cariri &#8211; URCA em Juazeiro do Norte onde iniciou seu interesse pela performance. Sua pesquisa art\u00edstica busca di\u00e1logos acerca de mem\u00f3rias, identidades e povos ind\u00edgenas no Cear\u00e1, atrav\u00e9s \u2018Projeto Cor\u00f3\u2019 prop\u00f5e a\u00e7\u00f5es para investigar o imbricamento da performance com o teatro. Tem forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica em Produ\u00e7\u00e3o Cultural e colabora com produ\u00e7\u00e3o e projetos independentes de artistas da dan\u00e7a do Cear\u00e1 com premia\u00e7\u00f5es em editais nacionais e locais.<\/p>\n<p>Dia 10 de janeiro de 2019, \u00e0s 18h, no Espa\u00e7o Patativa do Assar\u00e9; e dia 11 de janeiro de 2019, \u00e0s 18h, na Pra\u00e7a Almirante Saldanha. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>https:\/\/jotajuin.wixsite.com\/jotajuniorsantos<\/p>\n<p>\u25ba[TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [QUINTA COM DAN\u00c7A]<\/p>\n<p>O Quinze &#8211; A escassez da alma<\/p>\n<p>Grupo Bcad Cia de Dan\u00e7a<\/p>\n<p>Com o apoio da Enel Distribui\u00e7\u00e3o Cear\u00e1, atrav\u00e9s da Lei de Incentivo \u00e0 Cultura do Estado do Cear\u00e1 por meio da Secult-CE, \u201cO Quinze, A Escassez da Alma\u201d foi coreografada por Gleidson Vigne, carioca, diretor da Nimo Cia de Dan\u00e7a do RJ. Gleidson foi bailarino da Quasar Cia. de Dan\u00e7a e do Ballet da Cidade de SP. O novo espet\u00e1culo foi pensado, idealizado e pesquisado pela professora Janne Ruth e bailarinos da Cia de Dan\u00e7a. Textos e laborat\u00f3rios para \u201cO Quinze\u201d tamb\u00e9m tiveram influ\u00eancia e participa\u00e7\u00e3o de Janne Ruth, Ruth Arielle, Felipe Souza, Atenita Kaira e Gleidson Vigne. A dire\u00e7\u00e3o geral \u00e9 de Janne Ruth, que completa em 2017 seus 51 anos dedicados \u00e0 dan\u00e7a. O novo espet\u00e1culo \u00e9 baseado na obra hom\u00f4nima da escritora cearense Rachel de Queiroz.<\/p>\n<p>Escassez, seca, solid\u00e3o&#8230; Uma palavra leva a outra como que numa simples continuidade. N\u00e3o s\u00e3o estas caracter\u00edsticas inerentes \u00e0 pr\u00f3pria humanidade? Parece um corredor que todos os seres percorrem por necessidade. Podem-se definir estas caracter\u00edsticas apenas por acontecimentos meramente f\u00edsicos ou externos? O que \u00e9 uma seca sen\u00e3o algo que primeiramente ocorre dentro dos homens? Essas analogias s\u00e3o feitas atrav\u00e9s do novo espet\u00e1culo do BCAD Cia de Dan\u00e7a. Gra\u00e7as ao trabalho incans\u00e1vel da equipe de cria\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos e a garra dos nossos bailarinos, o BCAD Cia. de Dan\u00e7a tem alcan\u00e7ado enorme destaque trazendo para o Cear\u00e1 mais de 300 pr\u00eamios e o reconhecimento do p\u00fablico e da cr\u00edtica pelo seu trabalho.<\/p>\n<p>\u201cO espet\u00e1culo \u201cO Quinze\u201d \u00e9 moderno, apesar de relatar a hist\u00f3ria da Seca baseado no Livro de Rachel de Queiroz escrito em 1930, seu primeiro romance, mas se refere \u00e0 Seca de 1915, que foi considerada a pior seca de todas as d\u00e9cadas. Lembrando que h\u00e1 cinco anos o Cear\u00e1 tem enfrentado uma seca bastante dolorosa, no qual as pessoas comparam com a estiagem de 1915. No livro, a escritora narra toda uma hist\u00f3ria que tem o munic\u00edpio de Quixad\u00e1, no sert\u00e3o central, como refer\u00eancia inclusive dos campos de concentra\u00e7\u00e3o onde ficavam os flagelados da seca. J\u00e1 no espet\u00e1culo, fazemos men\u00e7\u00e3o ao munic\u00edpio de Senador Pompeu\u201d, onde nasceu o pai de Janne Ruth e sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Ruth pesquisou in loco a triste hist\u00f3ria dos currais e \u00e9 de l\u00e1 que vem sua inspira\u00e7\u00e3o. O ser humano \u00e9 constitu\u00eddo por uma teia extensiva e intensiva de rela\u00e7\u00f5es, problem\u00e1ticas e quest\u00f5es. De tal forma que j\u00e1 n\u00e3o sabemos onde a seca, a tristeza ou a solid\u00e3o come\u00e7am, qual vem primeiro, se vem de dentro ou de fora, n\u00e3o sabemos nem ao certo se existe essa divis\u00e3o entre dentro ou fora. Uma seca come\u00e7a no nordeste brasileiro e pode se espalhar por todo o pa\u00eds, em quest\u00e3o de pouco tempo. \u00c9 nesta incapacidade de definir a escassez na modernidade, o BCAD prop\u00f5e momentos de contraponto dessas quest\u00f5es atrav\u00e9s da arte. A seca, nos dias de hoje, n\u00e3o \u00e9 mais um fen\u00f4meno do sert\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 mais somente um fen\u00f4meno que tornava o sertanejo triste porque n\u00e3o teria seus dias de colheita e\/ou fartura. Parece que a seca alcan\u00e7ou a \u00e1rea urbana&#8230; Com esses questionamentos, o espet\u00e1culo \u201cO Quinze pretende fazer o p\u00fablico refletir atrav\u00e9s da dan\u00e7a esse tema t\u00e3o atual e intrigante que envolve as a\u00e7\u00f5es do homem e as inexplic\u00e1veis rea\u00e7\u00f5es da natureza.<\/p>\n<p>Currais, campos de concentra\u00e7\u00e3o, fome, flagelo. Chamamos tudo isso de Escassez, esses currais existem at\u00e9 hoje, a desigualdade social mostra esse cen\u00e1rio abertamente, o pobre o rico, o branco o negro, os bairros chiques e as favelas e morros que abrigam a maior parte da popula\u00e7\u00e3o vivendo com muito pouco ou quase nada. O que as pessoas sabem sobre os currais? Para quem n\u00e3o sabe, as autoridades estaduais chamavam de \u201cCampos de Concentra\u00e7\u00e3o\u201d, uma denomina\u00e7\u00e3o que ainda n\u00e3o era associada ao horror do nazismo alem\u00e3o. No in\u00edcio do s\u00e9culo 20, quando o Nordeste vivia sua pior seca, as autoridades constru\u00edram esses campos de concentra\u00e7\u00e3o, para evitar que os agricultores famintos do Cear\u00e1 migrassem em massa para a capital Fortaleza. Milhares de fam\u00edlias viviam nesses currais em condi\u00e7\u00f5es sub-humanas, amontoados, quase sem comida e \u00e1gua e cercado por guardas. Os \u00fanicos vest\u00edgios deste epis\u00f3dio sinistro da Hist\u00f3ria est\u00e3o em Senador Pompeu, munic\u00edpio onde nasceu e mora a fam\u00edlia da professora Janne Ruth. L\u00e1 ainda est\u00e3o de p\u00e9 as carca\u00e7as dos pr\u00e9dios onde os guardas faziam o controle ou dos armaz\u00e9ns onde se guardava a pouca comida, inclusive existe uma testemunha viva, D. Carmelia Gomez Pinheiro, filha de um dos vigias do campo. Hoje com 97 anos ela relata que por dia morriam quatro a cinco pessoas de fome, e que era poss\u00edvel ouvir o clamor por \u00e1gua e comida.<\/p>\n<p>Sobre a companhia<\/p>\n<p>A Cia de Dan\u00e7a do BCAD existe desde 1991, antes conhecida historicamente por Cia. de Dan\u00e7a Janne Ruth. A Companhia tem participado de importantes eventos no Cear\u00e1, no Brasil e no exterior, levando forma\u00e7\u00e3o e realizando apresenta\u00e7\u00f5es como convidadas em renomados festivais. Gra\u00e7as ao trabalho incans\u00e1vel da equipe de cria\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos e \u00e0 garra dos nossos bailarinos, o grupo tem alcan\u00e7ado enorme destaque trazendo para o Brasil e o Cear\u00e1 importantes pr\u00eamios (320 no total) e o reconhecimento do p\u00fablico e da cr\u00edtica pelo seu trabalho.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, a companhia por tr\u00eas anos ficou em cartaz com o espet\u00e1culo &#8220;Neura&#8221;, em cidades cearenses, capitais brasileiras e no exterior, e recebeu mais de 15 pr\u00eamios. A Cia de Dan\u00e7a agora estreia uma nova obra intitulada \u201cO Quinze, A Escassez da Alma\u201d. A obra foi coreografada por Gleidson Vigne \u2013 Carioca, Diretor da Nimo Cia de Dan\u00e7a do RJ, foi bailarino do Quasar Cia. de Dan\u00e7a, do Ballet da Cidade de S\u00e3o Paulo e D\u00e9bora Colker. O Ballet foi pensado e idealizado, bem como pesquisado pela Professora Janne Ruth, com o apoio dos bailarinos da Companhia de Dan\u00e7a, textos e laborat\u00f3rios tamb\u00e9m de Janne Ruth, Ruth Arielle, Felipe Souza, Atenita Kaira e Gleidson Vigner, com a dire\u00e7\u00e3o geral de Janne Ruth, que completa, nesse ano, 51 anos de dan\u00e7a.<\/p>\n<p>Dias 10, 17, 24 e 31 de janeiro de 2019, \u00e0s 20h, no Teatro Drag\u00e3o do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [CULTURA POPULAR] Anivers\u00e1rio de 30 anos do Grupo Capoeira Brasil<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es em breve.<\/p>\n<p>Dia 11 de janeiro de 2019, \u00e0s 19h, no Anfiteatro; e \u00e0s 21h, na Arena Drag\u00e3o do Mar. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [CIRCULA NO DRAG\u00c3O]<\/p>\n<p>Chico Mamulengo contra Cobra Caninana<\/p>\n<p>Cia Os Tecel\u00f5es Teatro com Bonecos<\/p>\n<p>Baseado na cultura popular e nos folguedos nordestinos, o espet\u00e1culo conta a hist\u00f3ria do tocador de Boi Chico Mamulengo que precisa resolver o mist\u00e9rio de uma cobra que apareceu na cidade e engole tudo que se move. Com muita alegria, bom humor e m\u00fasica, o espet\u00e1culo vem desde 2015 arrancando boas gargalhadas de todas as idades.<\/p>\n<p>Dia 12 de janeiro de 2019, \u00e0s 18h, na Arena Drag\u00e3o do Mar. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>\u25ba [Atividade do N\u00facleo Educativo do Museu da Cultura Cearense]<\/p>\n<p>Oficina de Colagem<br \/>\nMinistrantes: N\u00e1gila Gon\u00e7alves (arte-educadora MCC) e P\u00e2mela Cariri (Fot\u00f3grafa e jornalista)<\/p>\n<p>Inspirada nas fotopinturas presentes na exposi\u00e7\u00e3o Sobre a Cor da Sua Pele, do Solar Fotofestival, esta atividade prop\u00f5e-se a oferecer experi\u00eancias de como trabalhar e manipular imagens atrav\u00e9s da colagem, intervindo em fotografias j\u00e1 produzidas, compondo novas imagens.<\/p>\n<p>Relacionando os dois processos, observamos que, para a cria\u00e7\u00e3o da fotopintura, o(a) artista recebe instru\u00e7\u00f5es de seus clientes de como a fotografia deve ser alterada, o que deve ser melhorado, inserido ou retirado. De forma semelhante, o processo da colagem estimula a ressignifica\u00e7\u00e3o de imagens, levando-nos a ponderar sobre a figura que ser\u00e1 constru\u00edda e o que se quer passar atrav\u00e9s dela.<\/p>\n<p>Durante os quatro dias de oficina, ser\u00e3o abordadas quest\u00f5es sobre a pr\u00e1tica de fotocolagem digital e experimentos desenvolvidas pela artista. As influ\u00eancias desse mercado de manipula\u00e7\u00e3o de imagens nas produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas contempor\u00e2neas citando exemplos onde essa t\u00e9cnica influencia na constru\u00e7\u00e3o da visual da comunica\u00e7\u00e3o. Quais artistas trabalham essa t\u00e9cnica, em que patamar s\u00e3o reconhecidas como arte e onde encontramos no mercado art\u00edstico?<\/p>\n<p>Dias 15, 16, 17 e 18 de janeiro de 2019, das 14h \u00e0s 18h, no Ateli\u00ea dos Museus (Pra\u00e7a Verde). Vagas: 15. Requisitos: maior de 16 anos de idade. Inscri\u00e7\u00f5es: encurtador.com.br\/iuP34<\/p>\n<p>\u25ba [CULTURA POPULAR] Debate com Ginga<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es em breve.<\/p>\n<p>Dia 16 de janeiro de 2019, \u00e0s 19h, no Audit\u00f3rio. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>Contato: 85 98845.0743 hebert &#8211; hebert.capoeira@gmail.com<\/p>\n<p>\u25ba [ASTRONOMIA] Noite das Estrelas<\/p>\n<p>Todos os meses, sempre nas noites de Quarto Crescente Lunar, o planet\u00e1rio disponibiliza telesc\u00f3pios ao p\u00fablico em geral para observa\u00e7\u00e3o astron\u00f4mica de crateras da lua, planetas, nebulosas etc. Em caso de c\u00e9u nublado, a sess\u00e3o poder\u00e1 ser interrompida ou cancelada.<\/p>\n<p>Dias 16 e 17 de janeiro de 2019, \u00e0s 19h, em frente ao Planet\u00e1rio. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>\u25ba [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] [CONTA\u00c7\u00c3O DE HIST\u00d3RIAS]<\/p>\n<p>A saudade \u00e9 a tristeza que fica em uns quando as coisas que gostamos v\u00e3o embora<\/p>\n<p>Outro Grupo de Teatro<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es em breve.<\/p>\n<p>Dias 20 e 27 de janeiro de 2019, \u00e0s 18h, na Arena Drag\u00e3o do Mar. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [Atividades do N\u00facleo Educativo do Museu da Cultura Cearense]<\/p>\n<p>Oficina Fotografia de Bolso I &#8211; Retratoterapia<br \/>\nMinistrantes: N\u00e1gila Gon\u00e7alves (Arte-educadora e educadora do MCC) e Andrezza<\/p>\n<p>Feitosa (artista audiovisual)<\/p>\n<p>A fotografia de retrato (selfie) tem um grande fluxo nas redes sociais na atualidade e passa a ser foco de rela\u00e7\u00f5es humanas e autoconhecimento. Na \u201cretratoterapia\u201d, propomos reflex\u00f5es sobre o pr\u00f3prio sujeito em si a partir de experi\u00eancias com o dispositivo da c\u00e2mera de celular.<\/p>\n<p>Os participantes v\u00e3o exercitar constantemente o \u201ctestar o olhar\u201d, visualizando a imagem antes de fotografar. Trabalharemos no\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de composi\u00e7\u00e3o de imagem e como aproveitar melhor o dispositivo para realizar boas composi\u00e7\u00f5es, assim como o p\u00f3s-<\/p>\n<p>tratamento das imagens.<\/p>\n<p>Observar retratos que ser\u00e3o levados pelos participantes \u00e9 uma forma de que cada um expresse o que sente diante da racionaliza\u00e7\u00e3o de uma imagem: como a foto foi produzida, o que ela mostra? O que o sujeito retratado gostaria que fosse representado em seu retrato?<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o de retratos em coletivo tem objetivo de tra\u00e7ar o olhar do outro, trazendo um pouco do outro para si.<\/p>\n<p>Dias 23, 24 e 25 de janeiro de 2019, das 13h \u00e0s 17h, no Miniaudit\u00f3rio do Museu da Cultura Cearense. Vagas\/Requisito: 15 vagas \/\/ 16 + \/\/ Celular com c\u00e2mera.<\/p>\n<p>Inscri\u00e7\u00f5es: encurtador.com.br\/fnrGY<\/p>\n<p>Solicitar aos participantes que levem retratos (documento, \u00e1lbum etc)<\/p>\n<p>\u25ba[GASTRONOMIA] Festival Del\u00edcias do Mundo<\/p>\n<p>De 25 e 27 de janeiro de 2019, das 16 \u00e0s 23 horas, a Pra\u00e7a Verde do Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte e Cultura ser\u00e1 ponto de encontro para os amantes da gastronomia. Reunindo sabores, temperos e culturas, o &#8220;Segundo Festival Del\u00edcias do Mundo&#8221; tem entrada gratuita e promete uma viagem inesquec\u00edvel pela diversidade e riqueza das culin\u00e1rias nacional e internacional, com pre\u00e7os acess\u00edveis variando entre R$ 5 e R$ 30 por prato. O Festival contar\u00e1 com cerca de 20 stands, al\u00e9m de foodtrucks e foodbikes, e espera 3 mil visitantes por dia.<\/p>\n<p>Embalado por boa m\u00fasica e muita divers\u00e3o, o festival ter\u00e1 alas divididas por pa\u00edses e continentes em ruas tem\u00e1ticas. Um programa para toda a fam\u00edlia, que contar\u00e1 com oficina de Mini Chefs para o p\u00fablico infantil; laborat\u00f3rios gastron\u00f4micos; feira org\u00e2nica com dicas de onde comprar e como cultivar alimentos org\u00e2nicos; foodtrucks, drinks, cervejas e vinhos com renomados profissionais; e apresenta\u00e7\u00f5es culturais tem\u00e1ticas, possibilitando uma verdadeira volta ao mundo.<\/p>\n<p>Chefs e pratos<\/p>\n<p>Os sabores regionais do Brasil ser\u00e3o apresentados pela Culin\u00e1ria da Van e seus deliciosos pratos com a cara do Cear\u00e1. O Chef Luhen Aquino oferecer\u00e1 comida de boteco com o melhor da culin\u00e1ria regional.<\/p>\n<p>Entre os sabores do mundo, o Chef Javier Yugar representar\u00e1 a culin\u00e1ria peruana. O Chef e professor Leo Gondim apresentar\u00e1 a cozinha grega. A comida francesa tamb\u00e9m estar\u00e1 presente com a chef Regina Mendon\u00e7a e suas quiches e o chef Felipe Farias na prepara\u00e7\u00e3o do prato bouef bourguignon. O Chef Hugo Rigui trar\u00e1 as culin\u00e1rias argentina, com a deliciosa \u201cParrilla\u201d, e americana. A cozinha portuguesa contar\u00e1 com doces e bolinhos de bacalhau da Chef Nice Silva.<\/p>\n<p>O Chef \u00c9lcio Nagano levar\u00e1 a culin\u00e1ria oriental, com os sushis havaianos e pratos da culin\u00e1ria japonesa. A culin\u00e1ria italiana ser\u00e1 representada pela Chef Marisa Oliveira, com o tradicional gnocchi, pelo Chef Jackson Braz com o linguine com frutos do mar e pelos deliciosos doces italianos da Chef Larissa Marques. O Chef Albertino Ara\u00fajo oferecer\u00e1 a requintada comida mediterr\u00e2nea. As cozinhas mexicana e alem\u00e3 estar\u00e3o presentes com os Chefs Rafael Sudatti e Vl\u00e1dia Gomes, respectivamente. A tradicional costelinha de porco australiana ser\u00e1 preparada pela chef Amanda Moraes e a eleg\u00e2ncia das ostras ficar\u00e1 por conta da Chef Kazumi Myura, a Japa da Ostra.<\/p>\n<p>Foodtrucks<\/p>\n<p>Os foodtrucks, grandes vedetes da gastronomia moderna, ter\u00e3o espa\u00e7o garantido: o Acaraj\u00e9 da Dida preparar\u00e1 o tradicional prato baiano.<\/p>\n<p>Atividades saud\u00e1veis<\/p>\n<p>Durante os tr\u00eas dias de evento, haver\u00e1 recipientes para triagem de materiais recicl\u00e1veis org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos (pl\u00e1stico, vidro, metal e papel). O evento estimula ainda a doa\u00e7\u00e3o de alimentos n\u00e3o perec\u00edveis para serem entregues \u00e0 entidades beneficentes.<\/p>\n<p>O Festival Del\u00edcias do Mundo \u00e9 realizado pela produtora cultural Li\u00e9ge Xavier com consultoria gastron\u00f4mica do Chef \u00c9lcio Nagano. O evento tem o apoio do Governo do Estado do Cear\u00e1, por meio da Secretaria da Cultura e possui patroc\u00ednio da Coca-Cola, atrav\u00e9s do Mecenato Estadual do Cear\u00e1. Conta ainda com o apoio do Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte Cultura, Mercadinhos S\u00e3o Luiz e Fanor Devray.<\/p>\n<p>Dias 25, 26 e 27 de janeiro de 2019, das 16h \u00e0s 23h, na Pra\u00e7a Verde. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [DAN\u00c7A] Barracal<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Andreia Pires | Texto: Carolina Maria de Jesus<\/p>\n<p>Na casa de Carolina Maria de Jesus moram as estrelas. Nos cantinhos da sua sala, ressoa a m\u00fasica de Cartola, enquanto seus filhos deitados perguntam: M\u00e3e, quantos anos tem o Brasil?<\/p>\n<p>Dias 26 e 27 de janeiro de 2019, \u00e0s 20h, no Teatro Drag\u00e3o do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\/\/\/\/ TODA SEMANA NO DRAG\u00c3O DO MAR<\/p>\n<p>Feira Drag\u00e3o Arte<\/p>\n<p>Feira de artesanato fruto da parceria com Sebrae-CE e Siara-CE.<\/p>\n<p>De sexta-feira a domingo, das 17h \u00e0s 22h, ao lado do Espelho D&#8217;\u00c1gua. Acesso gratuito.<\/p>\n<p>Feira da AARTE<\/p>\n<p>Feira de artesanato realizado pela Associa\u00e7\u00e3o dos Artes\u00e3os e Empreendedores do Cear\u00e1.<\/p>\n<p>De quinta-feira a s\u00e1bado, das 17h \u00e0s 21h, na Arena Drag\u00e3o do Mar. Acesso gratuito.<\/p>\n<p>Planeta Hip Hop<\/p>\n<p>Crews de breaking e outras dan\u00e7as do hip hop promovem encontro de dan\u00e7arinos do g\u00eanero com DJ tocando ao vivo.<\/p>\n<p>Todos os s\u00e1bados, \u00e0s 19h, na Arena Drag\u00e3o do Mar. Acesso gratuito.<\/p>\n<p>Brincando e Pintando no Drag\u00e3o<br \/>\nSob a orienta\u00e7\u00e3o de monitores, uma s\u00e9rie de jogos, pinturas, brincadeiras e outras atividades s\u00e3o oferecidas \u00e0s crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Todos os domingos, das 16h \u00e0s 19h, na Pra\u00e7a Verde. Acesso gratuito.<\/p>\n<p>Fuxico no Drag\u00e3o<\/p>\n<p>Feirinha com expositores de produtos criativos em moda, design e gastronomia. Durante as f\u00e9rias de julho, essa programa\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada aos s\u00e1bados e domingos.<\/p>\n<p>Todos os domingos, das 16h \u00e0s 20h, na Arena Drag\u00e3o do Mar. Acesso gratuito.<\/p>\n<p>\/\/ PLANET\u00c1RIO RUBENS DE AZEVEDO<\/p>\n<p>O Planet\u00e1rio Rubens de Azevedo reabre ao p\u00fablico com novidades na programa\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Nele, foi instalado equipamento de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o: o Zeiss modelo Skymaster ZKP4 LED com projetores digitais VELVET DUO de alta resolu\u00e7\u00e3o, o mais moderno planet\u00e1rio da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rios das sess\u00f5es<\/p>\n<p>\u00c0s quintas e sextas-feiras:<\/p>\n<p>18h &#8211; ABC do Sistema Solar (sess\u00e3o infanto-juvenil )<\/p>\n<p>19h &#8211; Da Terra \u00e0s gal\u00e1xias (sess\u00e3o juvenil-adulto)<\/p>\n<p>Aos s\u00e1bados e domingos:<\/p>\n<p>17h &#8211; Viagem no foguete de papel (sess\u00e3o infantil)<\/p>\n<p>18h &#8211; A lenda da princesa acorrentada (sess\u00e3o infanto-juvenil )<\/p>\n<p>19h &#8211; Da Terra \u00e0s gal\u00e1xias (sess\u00e3o juvenil-adulto)<\/p>\n<p>20h &#8211; As origens da vida (sess\u00e3o juvenil-adulto)<\/p>\n<p>Sobre as sess\u00f5es<\/p>\n<p>ABC do Sistema Solar<\/p>\n<p>Tr\u00eas crian\u00e7as est\u00e3o observando as estrelas quando percebem uma &#8220;estrela cadente&#8221; e logo uma delas faz um pedido: o desejo de fazer uma viagem at\u00e9 a Lua. De repente, as crian\u00e7as s\u00e3o teletransportadas para uma nave espacial chamada &#8220;Observador&#8221;. Ap\u00f3s superar o medo inicial, elas fazem uma rica viagem pelo Sistema Solar visitando os planetas. Durante a viagem, elas s\u00e3o teletransportadas para Marte e tamb\u00e9m V\u00eanus, e passam por dentro dos an\u00e9is de Saturno. No final, fazem uma perigosa aproxima\u00e7\u00e3o do Sol. Fant\u00e1sticos efeitos especiais.<\/p>\n<p>Viagem no Foguete de Papel<\/p>\n<p>Crian\u00e7as fazem uma viagem imagin\u00e1ria em um \u201cfoguete de papel\u201d pelo nosso Sistema Solar. Com uma linguagem adaptada para o p\u00fablico infantil, a sess\u00e3o apresenta informa\u00e7\u00f5es atualizadas do Sistema Solar atrav\u00e9s de imagens com alta resolu\u00e7\u00e3o em proje\u00e7\u00e3o Full Dome (em toda a c\u00fapula &#8211; 360\u00ba x 180\u00ba).<\/p>\n<p>A Lenda da Princesa Acorrentada<\/p>\n<p>Fascinante sess\u00e3o programada para o p\u00fablico infanto-juvenil, aborda a hist\u00f3ria mitol\u00f3gica das constela\u00e7\u00f5es. Com imagens de alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o, a sess\u00e3o apresenta objetos astron\u00f4micos como Nebulosas, Gal\u00e1xias e Buracos Negros localizados nas constela\u00e7\u00f5es abordadas. Todas as proje\u00e7\u00f5es s\u00e3o Full Dome (em toda a c\u00fapula &#8211; 360\u00ba x 180\u00ba).<\/p>\n<p>Da Terra \u00e0s Gal\u00e1xias<\/p>\n<p>Com uma linguagem adaptada para o p\u00fablico juvenil-adulto, faz uma viagem desde as primeiras concep\u00e7\u00f5es do Universo pelos povos antigos at\u00e9 os confins do Universo, apresentando imagens impressionantes de objetos celestes e discorrendo sobre as caracter\u00edsticas f\u00edsicas desses objetos. Todas imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o em proje\u00e7\u00e3o Full Dome (em toda a c\u00fapula &#8211; 360\u00ba x 180\u00ba).<\/p>\n<p>As Origens da Vida<\/p>\n<p>Apresenta as recentes descobertas sobre os princ\u00edpios qu\u00edmicos da origem do Universo atrav\u00e9s do Big Bang. Trata das quest\u00f5es biol\u00f3gicas da origem da vida na Terra e das pesquisas sobre vida extraterrestre. Com linguagem simples e fant\u00e1sticas imagens, a sess\u00e3o apresenta os novos conhecimentos sobre o nascimento, vida e morte das estrelas e dos sistemas planet\u00e1rios. Traz um olhar sobre o in\u00edcio da vida na Terra e a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros. \u201cAs Origens da Vida\u201d \u00e9 uma viagem fant\u00e1stica atrav\u00e9s do tempo mostrando muitas descobertas feitas no passado recente e faz uma alerta para nossa consci\u00eancia planet\u00e1ria. Tudo com imagens digitais de alta resolu\u00e7\u00e3o em proje\u00e7\u00e3o Full Dome (em toda a c\u00fapula &#8211; 360\u00ba x 180\u00ba).<\/p>\n<p>Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).<\/p>\n<p>Devem ser adquiridos antes da sess\u00e3o, na bilheteria do Planet\u00e1rio<\/p>\n<p>Agendamento de escolas<\/p>\n<p>No site: https:\/\/www.planetariorubensdeazevedo.com.br\/ , no link \u201cAgendamentos\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fotos: https:\/\/drive.google.com\/open?id=1a8Z5tWihzp3aq-zp0Tkx4f3OXzK_FvQ4<\/p>\n<p>\/\/\/ EXPOSI\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>\u25ba [FOTOFESTIVAL SOLAR] Exposi\u00e7\u00e3o \u201cMiragem\u201d<\/p>\n<p>Com uma reveladora sele\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00f5es autorais contempor\u00e2neas de 29 artistas cearenses, a partir de uma convocat\u00f3ria, com fotografias em abordagens documentais e experimentais na Multigaleria do Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte e Cultura.<\/p>\n<p>Fotos: https:\/\/drive.google.com\/drive\/u\/0\/folders\/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32<\/p>\n<p>Em cartaz at\u00e9 dia 3 de fevereiro de 2019 na Multigaleria. Visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a domingo, das 14h \u00e0s 21h, com acesso at\u00e9 as 20h30. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>\u25ba [FOTOFESTIVAL SOLAR] Exposi\u00e7\u00e3o \u201cTerra em Transe\u2019\u2019<\/p>\n<p>Um filme. Um livro. Uma exposi\u00e7\u00e3o. A carne treme. A terra treme. H\u00e1 Terra em Transe. Viol\u00eancia e paix\u00e3o: onde est\u00e1 o meu rosto? Quem matou o meu filho? Amor? Amor s\u00f3 de m\u00e3e. A imagem alucina. A fotografia est\u00e1 com os dias contados. A carne treme. H\u00e1 Terra em Transe. A bomba rel\u00f3gio vai explodir.<\/p>\n<p>Curadoria Di\u00f3genes Moura<\/p>\n<p>Escritor, curador de fotografia, roteirista e editor. Premiado no Brasil e exterior, acaba de publicar O Livro dos Mon\u00f3logos (Recupera\u00e7\u00e3o para ouvir objetos) pela Editora Vento Leste. Escreve sobre abandono, imagem e exist\u00eancia. Vive em S\u00e3o Paulo, \u00e0 beira do abismo.<\/p>\n<p>Fotos: https:\/\/drive.google.com\/drive\/u\/0\/folders\/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32<\/p>\n<p>Em cartaz at\u00e9 31 de mar\u00e7o de 2019, no Museu de Arte Contempor\u00e2nea do Cear\u00e1 (MAC-CE). Visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a sexta-feira, das 9h \u00e0s 19h, com acesso at\u00e9 as 18h30; e aos s\u00e1bados e domingos, das 14h \u00e0s 21h, com acesso at\u00e9 as 20h30. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: Livre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u25ba [FOTOFESTIVAL SOLAR] Exposi\u00e7\u00e3o \u201cSue\u00f1o de la raz\u00f3n: fotografia e pol\u00edtica\u2019\u2019<\/p>\n<p>Sue\u00f1o de la Raz\u00f3n \u00e9 uma revista colaborativa de fotografia, cujos objetivos s\u00e3o a difus\u00e3o, a pesquisa e a valoriza\u00e7\u00e3o da fotografia sul-americana. Trabalhamos com uma linha editorial que busca abarcar diferentes concep\u00e7\u00f5es fotogr\u00e1ficas da regi\u00e3o, desde as pesquisas hist\u00f3ricas at\u00e9 o desenvolvimento das linguagens contempor\u00e2neas. Nosso projeto, criado em 2009, \u00e9 uma estrutura uma estrutura de gest\u00e3o de redes, \u00e9 autogerido e n\u00e3o tem fins lucrativos. Editores e colaboradores participam com a \u00fanica inten\u00e7\u00e3o de dar visibilidade \u00e0 produ\u00e7\u00e3o sul-americana.<\/p>\n<p>Sue\u00f1o de la raz\u00f3n est\u00e1 centrado na possibilidade de construir diversas e m\u00faltiplas hist\u00f3rias sobre nossos contextos sociais, culturais, geogr\u00e1ficos, econ\u00f4micos, territoriais, atrav\u00e9s do reconhecimento, da an\u00e1lise e da pesquisa da produ\u00e7\u00e3o visual, art\u00edstica e te\u00f3rica que se produz no sul do continente. \u00c9 uma forma de contextualizar a produ\u00e7\u00e3o e a quest\u00e3o da imagem.<\/p>\n<p>Os colaboradores s\u00e3o fundamentais para nossa pol\u00edtica editorial, pois nos interessa construir um arquivo que possa falar em primeira pessoa, como referente direto. Neste mesmo sentido, os editores que participam deste projeto s\u00e3o integrantes ativos de suas respectivas comunidades fotogr\u00e1ficas, onde atuam como fot\u00f3grafos, artistas e gestores.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o, realizada no marco do Fotofestival SOLAR, em Fortaleza, pretende mostrar o trabalho realizado nos \u00faltimos dez anos e exibir, no formato de publica\u00e7\u00e3o aberta, uma proposta sobre o pol\u00edtico das imagens e do fotogr\u00e1fico, compreendendo o potencial de reflex\u00e3o que a produ\u00e7\u00e3o visual possui, tanto a n\u00edvel de constru\u00e7\u00e3o cultural e simb\u00f3lica, como das formas de nos relacionarmos e nos comunicarmos. No contexto pol\u00edtico que vive atualmente nosso continente, criar esses espa\u00e7os de reuni\u00e3o e de difus\u00e3o \u00e9 ainda mais relevante para voltarmos a pensar sobre n\u00f3s e a nos olhar.<\/p>\n<p>Em cartaz at\u00e9 3 de fevereiro de 2019, no Museu da Cultura Cearense. Visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a sexta-feira, das 9h \u00e0s 19h, com acesso at\u00e9 as 18h30; e aos s\u00e1bados e domingos, das 14h \u00e0s 21h, com acesso at\u00e9 as 20h30. Gratuito. Livre.<\/p>\n<p>Fotos: https:\/\/drive.google.com\/drive\/u\/0\/folders\/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32<\/p>\n<p>\u25ba [FOTOFESTIVAL SOLAR] Exposi\u00e7\u00e3o \u201cO retrato na pintura, na fotopintura e na fotografia\u201d<\/p>\n<p>At\u00e9 o s\u00e9culo XIX, o retrato pintado a \u00f3leo sobre tela era um privil\u00e9gio das camadas mais abastadas das sociedades. Ocupando o espa\u00e7o central do quadro, posado na frente de um fundo contextualizado e cercado por mob\u00edlia, adornos e adere\u00e7os, o retratado impunha ao espectador a vis\u00e3o que este deveria ter, de rever\u00eancia e adora\u00e7\u00e3o, na esteira da arte religiosa. Personalidades foram perpetuadas em pal\u00e1cios, igrejas, museus, escolas, bibliotecas. E assim, atrav\u00e9s do retrato, herdamos uma escala de valores que usamos para lembrarmos e sermos lembrados.<\/p>\n<p>O advento da fotografia no s\u00e9culo XX provocou uma transforma\u00e7\u00e3o. Popularizou o retrato e permitiu que outras camadas sociais, sobretudo as surgidas na Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, tivessem acesso a essa perpetua\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria imagem. Pudemos enfim colocar as personalidades nas paredes das salas de casa e reverenci\u00e1-las. S\u00f3 que elas eram mais pr\u00f3ximas, n\u00e3o menos personalidades: eram os nossos ancestrais.<\/p>\n<p>No Brasil, a partir da d\u00e9cada de 1930, em algumas capitais se estabeleceram est\u00fadios populares que al\u00e9m de retratos produziam fotos para documentos de identidade, carteira de trabalho e recebiam encomendas vindas do interior. Eram os chamados &#8220;foto-est\u00fadios&#8221;, localizados em regi\u00f5es centrais de com\u00e9rcio e que tamb\u00e9m realizavam uma modalidade muito particular de retrato em c\u00f3pias colorizadas.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1950, com a introdu\u00e7\u00e3o da pel\u00edcula e do papel em cores na fotografia, o uso dessa t\u00e9cnica diminuiu, mas a for\u00e7a do retrato se manteve. A partir da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho, em 1943, todo cidad\u00e3o p\u00f4de ter um documento com um retrato e uma representa\u00e7\u00e3o na sociedade. O retrato 3&#215;4 da carteira de trabalho introduziu os homens e mulheres do povo a uma certa cidadania. Eles posavam nos foto-est\u00fadios com suas roupas de domingo, num ritual feito de alguma prepara\u00e7\u00e3o e cerim\u00f4nia, como num rito de passagem.<\/p>\n<p>As ocasi\u00f5es pediam: eram casamentos, batizados, anivers\u00e1rios, a chegada ou partida de algu\u00e9m &#8211; eternizados em c\u00f3pias e encaderna\u00e7\u00f5es caprichadas entregues pelos foto-est\u00fadios. Elas durariam gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mais tarde, a partir dos anos 1960, as c\u00e2meras port\u00e1teis e autom\u00e1ticas representam o primeiro passo para a banaliza\u00e7\u00e3o desse ritual. O retrato, agora feito pela pr\u00f3pria fam\u00edlia, quase sempre pelo pai, desvincula-se do olhar sagrado e formal, passando a registrar o cotidiano, banal e dom\u00e9stico. Com advento da c\u00e2mera digital anos 1990, a identifica\u00e7\u00e3o em documentos e nas portarias banaliza ainda mais o retrato e, a partir dos telefones celulares, fortalece em escala maci\u00e7a a auto-imagem, o autorretrato. \u00c9 a era das selfies, que voltam a banalizar o retrato, mas n\u00e3o s\u00f3 ele desta vez. As selfies vulgarizam as a\u00e7\u00f5es cotidianas e a privacidade. Cada momento \u00e9 dissecado e estendido at\u00e9 a fissura do real, desconstruindo a auto-imagem \u00e0 beira da obscenidade, ou seja, mostrando o que est\u00e1 al\u00e9m da cena e do que deve ser visto publicamente.<\/p>\n<p>Com as selfies registramos nossos passos e nossas a\u00e7\u00f5es desprovidos de cerim\u00f4nia, com toques de exibicionismo e solid\u00e3o. E tudo \u00e9 eternizado nas redes de relacionamento virtual: o indiv\u00edduo aos olhos da multid\u00e3o.<\/p>\n<p>A mostra \u00e9 composta dos n\u00facleos<\/p>\n<p>&#8220;O Outro&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Sobre Cor da Sua Pele&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Quem Somos N\u00f3s&#8221;<\/p>\n<p>Curadoria<\/p>\n<p>Rosely Nakagawa \u00e9 curadora e arquiteta. Nasceu em 1954 em S\u00e3o Paulo, Brasil onde vive e trabalha. \u00c9 graduada em Arquitetura pela FAU-USP em 1977. Fez especializa\u00e7\u00e3o em Museologia pela USP, em 1978\/80, e em Comunica\u00e7\u00e3o e Semi\u00f3tica pela PUC-SP, em 2005. Desenvolveu atividades de curadoria em diversos espa\u00e7os e galerias, entre eles o Armaz\u00e9m Cultural 11, a FNAC Brasil, a Casa da Fotografia FUJI, o Festival de m\u00eddia eletr\u00f4nica VideoBrasil, o SENAC Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes, N\u00facleo Amigos da Fotografia NAFOTO, no qual realizou o I , II e III M\u00eas Internacional de Fotografia e Semin\u00e1rio Internacional da Fotografia. Foi curadora tamb\u00e9m do Espa\u00e7o Cultural CITIBANK.<\/p>\n<p>Em cartaz at\u00e9 3 de fevereiro de 2019, no Museu da Cultura Cearense. Visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a sexta-feira, das 9h \u00e0s 19h, com acesso at\u00e9 as 18h30; e aos s\u00e1bados e domingos, das 14h \u00e0s 21h, com acesso at\u00e9 as 20h30. Acesso gratuito. Classifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: livre.<\/p>\n<p>Fotos: https:\/\/drive.google.com\/drive\/u\/0\/folders\/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32<\/p>\n<p>Mais Informa\u00e7\u00f5es: https:\/\/www.solarfotofestival.com\/pt<\/p>\n<p>\u25ba Exposi\u00e7\u00e3o \u201cVaqueiros\u201d<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o l\u00fadica, de car\u00e1ter did\u00e1tico, percorre o universo do vaqueiro a partir da ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio cearense pela pecu\u00e1ria at\u00e9 a atualidade. Utiliza cenografia, imagens e objetos ligados ao cotidiano do vaqueiro.<\/p>\n<p>Fotos: https:\/\/drive.google.com\/open?id=1DSIJsZEnWcbPuY68401qkAb6egQiQEgn<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o de longa dura\u00e7\u00e3o, em cartaz no piso inferior do Museu da Cultura Cearense.<\/p>\n<p>Visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a sexta-feira, das 9h \u00e0s 19h, com acesso at\u00e9 as 18h30; e aos s\u00e1bados e domingos, das 14h \u00e0s 21h, com acesso at\u00e9 as 20h30. Acesso gratuito. 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