Tecnologia

Governo do Ceará implanta infraestrutura de hiperconvergência para modernizar serviços digitais

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Governo do Ceará implanta infraestrutura de hiperconvergência para modernizar serviços digitais
Texto e Fotos: Gerência de Comunicação e Marketing - Etice

Nova solução unificada expande capacidade de processamento, garante resiliência do Data Center estatal e reduz custos operacionais com nuvens externas

A Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice) e a Secretaria do Planejamento e Gestão do Ceará (Seplag-CE) concluíram a implantação de uma solução de hiperconvergência em seu Data Center próprio. A iniciativa eleva de forma significativa a capacidade e a resiliência da infraestrutura tecnológica estadual. O projeto visa garantir estabilidade, segurança e alta disponibilidade para os sistemas digitais que atendem diretamente a população cearense.

A tecnologia de hiperconvergência diferencia-se dos modelos tradicionais ao integrar recursos de computação, armazenamento de dados, ativos de rede e virtualização em uma única plataforma unificada gerenciada por software. Essa centralização substitui as estruturas antigas que operavam com equipamentos isolados, simplifica o gerenciamento técnico do ambiente de dados e incrementa maior agilidade para a expansão dos serviços governamentais.

Para assegurar a eficiência operacional e a escalabilidade futura, o novo ambiente iniciou as atividades com uma folga técnica de 50% de sua capacidade total ociosa. Esse planejamento estratégico permite a migração imediata das cargas de trabalho e dos bancos de dados pertencentes a diversas secretarias e órgãos clientes para a nova estrutura. O movimento também absorve os cinco núcleos computacionais que rodavam de forma isolada na Seplag-CE, unificando a administração tecnológica do Estado.

A centralização das demandas em uma nuvem privada governamental gera uma redução importante nos custos de tecnologia da informação. Ao internalizar o processamento de dados essenciais, o Governo do Estado diminui a dependência de nuvens públicas de fornecedores externos, cujos valores sofrem variações cambiais frequentes. A autonomia técnica fortalece a soberania digital da administração pública sobre as informações armazenadas.