EMATERCE : 2ª COLOCADA EM ASSISTÊNCIA GRUPAL PARA AGRICULTORES DO PRONAF “B”
OEstado do Ceará, com exceção da Bahia, na avaliação doconsultor José Rui Ferreira, daSecretaria da Agricultura Familiar(Saf), vinculada ao Ministério doDesenvolvimento (MDA), foi a Unidade da Federação do Brasilque mais prestou assistência técnica grupal para agricultores doPRONAF “B”, em consonância com as diretrizes emanadas doconvênio com o MDA/Saf/Dater, para o biênio 2008/2009.
SegundoFerreira, o Sistema de Monitoramento Seaf/Ater registra, no Estado, oatingimento a um público total de 44.000 agricultores, que foramatendidos com assistência técnica presencial, prestada pelaEmaterce, o que supera em 2.000 agricultores, quando se relaciona como total previsto em projeto. Oconsultor da Saf/MDA fez questão de registrar, em seu relatório, que o balanço foi positivo quanto ao trabalhode campo com os agricultores e nas comunidades.
AEmaterce envolveu 227 técnicos dos seus quadros, para execução dasações, o que equivale à relação técnico/agricultor assistido de1/197, coerente, portanto, com a metodologia grupal, que prevê talrelação até 1/250. Outros dados positivos das açõesextensionistas, desenvolvidas pela empresa, foi a totalização decomunidades trabalhadas, que foi contabilizada em 3.194,conseqüentemente, cada técnico trabalha em média com 11comunidades.
Quantoao número de eventos grupais (reuniões, oficinas, cursos, práticasdemonstrativas, excursões, intercâmbios etc.), a equipe técnicarealizou 2.400 eventos, visando à preparação dos agricultoras parao crédito; 2.025 eventos de Ater (Assistência Técnica e ExtensãoRural) durante a aplicação do crédito; e 1.661 reuniões deavaliação do impacto da ater. Logo, significando afirmar que ocumprimento da meta, contemplada em projeto, foi totalmente cumprida.
MONITORIAPRESENCIAL
Parao consultor José Rui, a monitoria presencial, no final do anopassado, foi para auferir, numa incursão ao Estado do Ceará, apartir de uma seleção prévia e aleatória, a qualidade dotrabalho, realizado pelos técnicos da Ematerce, no campo, a fim deverificar a satisfação dos agricultores e a qualidade dasinformações a eles repassadas. Para tanto, disse que procedeu aocumprimento de uma agenda de trabalho, com vistas ao aprimoramento doprocesso, uma vez que a meta prevista, para o novo pacto 2010/2011,é ainda maior.
ATIVIDADESDESENVOLVIDAS
EMRUSSAS – REGIONAL DO BAIXO-JAGUARIBE
1-Reunião Técnica no escritório local de Russas com participaçãode 19 técnicos.
2-Reunião na comunidade da Lagoa dos Cavalos com participação de21 agricultores familiares.
3-Visitas a propriedades dos agricultores participantes da reunião.
LIMOEIRODO NORTE – BAIXO-JAGUARIBE
1-Reunião Técnica com a participação de 38 técnicos,representante do BNB e da Secretaria da Agricultura.
2-Reunião na comunidade Croatá de Cima com participação de 10agricultores familiares.
3-Visitas a propriedades dos agricultores participantes da reunião.
JAGUARUANA– REGIÃO DO LITORAL-LESTE
1-Reunião Técnica com a participação de 10 técnicos,representante do BNB e Secretária da Agricultura.
2-Reunião na comunidade de São José com a participação de 35agricultores familiares.
3-Visitas a propriedades dos agricultores participantes da reunião.
BEBERIBE– REGIÃO DO LITORAL LESTE
1-Reunião Técnica com a participação de 21 técnicos,representante do BNB e Secretaria da Agricultura.
2-Reunião na comunidade de Lagoa de Dentro com a participação de45 agricultores familiares.
3-Visitas a propriedades dos agricultores participantes da reunião.
PRONAF“B”
Trata-sedo minicrédito rural que financia projetos de investimento agrícolae não-agrícola para agricultores familiares. Na opinião doresponsável pelo Crédito Rural da Ematerce, Engº Agrº JoséWilliam Aquino, o Pronaf “B” (Programa Nacional de Fortalecimentoda Agricultura Familiar) representa, para os agricultoresfamiliares, uma oportunidade ímpar de terem acesso a financiamentosagrícolas e não-agrícolas, podendo ser assistidos pela Ematerce,além de receber orientações sobre a aplicação correta dosrecursos financeiros do Pronaf “B”. Acrescentou o técnico daEmaterce tratar-se, ainda, de uma forma de os agricultores familiarescrescerem socioeconomicamente e, consequentemente, desfrutar demelhores condições de vida no meio em que vivem e trabalham.
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ASSESSORDE COMUNICAÇÃO E OUVIDOR
JORNALISTAANTONIO JOSÉ DE OLIVEIRA – antoniojose@ematerce.ce.gov.br
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