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Mutirão no HGF beneficia 370 pacientes diabéticos

Mutirão no HGF beneficia 370 pacientes diabéticos

Emanuel Vasconcelos é diabético e nunca tinha feito o exame de mapeamento de retina. Aos 72 anos, o aposentado descobriu que não tem retinopatia diabética, porém  precisa fazer uma cirurgia de catarata. “Ele nunca tinha feito esse exame. Descobrimos a doença agora”, conta João Gomes Vasconcelos, filho do aposentado.

 
Assim como Emanuel Vasconcelos outros pacientes diabéticos foram atendidos durante o mutirão de exame de mapeamento de retina, também conhecido como “fundo de olho”, que aconteceu na manhã desta terça-feira, 11/11, no Hospital Geral de Fortaleza. No total, 375 pacientes fizeram o exame. 
 
Além dos exames, os pacientes foram beneficiados com tratamento de foto coagulação a laser. Entre residentes e médicos dos Serviços de Endocrinologista e Oftalmologista do HGF, 22 profissionais trabalharam no mutirão.
 
Segundo o oftalmologista e cirurgião de vítreo-retina do HGF, Felipe Carvalho, o atendimento em massa contribuiu para uma melhor assistência ao paciente. “Das 375 pessoas atendidas hoje, a maioria, fez esse procedimento pela primeira vez. Além da retinopatia, conseguimos diagnosticar outras patologias, como por exemplo, o glaucoma e a catarata. A partir de agora, teremos a oportunidade de tratar melhor cada doença e acompanhar os pacientes”. 
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Cecília Regiane tem diabetes e anualmente repete o exame de retinopatia. A dona de casa sabe dos riscos da doença e teme perder a visão. “O médico disse que estava tudo bem. Por enquanto, não preciso usar colírio”, comemorou Cecília.
 
O mutirão de exame de fundo de olho faz parte da campanha “De olho no olho do diabético”, lançada pela Sociedade Brasileira de Diabetes, regional Ceará, em alusão ao dia Mundial do Diabetes, comemorado no dia 14 de novembro. No ano passado, o Brasil era o quarto país do mundo com mais diabéticos, com 13 milhões de portadores, número que poderá subir para 592 milhões em 2035. 
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Para a presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes no Ceará e também médica endocrinologista do HGF, Tânia Bulcão, o mutirão ajudou a diminuir a demanda de pacientes que aguardavam a um longo tempo para fazer o exame. “Conseguimos ampliar o atendimento. Muitos pacientes vieram do interior. Se não fosse o mutirão, seria impossível alcançar esse número de pessoas”. 
 

O Diretor Geral do HGF, Zózimo Medeiros, ressaltou que os mutirões fazem parte da rotina da unidade de saúde. Para ele, o esforço é em prol da diminuição do tempo de espera, do paciente, por um atendimento especializado. Isso acaba acontecendo, porque grande parte desses pacientes são oriundos do atendimento primário ou secundário. Zózimo Medeiros destacou ainda o papel dos profissionais no decorrer dessas atividades. “O nosso intuito é ofertar um melhor atendimento ao paciente, proporcionar um atendimento especializado rápido e garantir a segurança daquele que procura e confia no HGF.”, finalizou.

Assessoria de Imprensa do HGF

Oona Quirino / Karol Martins

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