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Pefoce comemora trabalho desenvolvido por auxiliares de perícia atuantes na papiloscopia

Pefoce comemora trabalho desenvolvido por auxiliares de perícia atuantes na papiloscopia

As impressões digitais do organismo humano representam mais do que marcas para a Ciência Forense. O trabalho desenvolvido pelos auxiliares de perícia (profissionais em papiloscopia) da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) revela esses pequenos desenhos como sinais identificadores de uma pessoa. A atividade foi comemorada nessa segunda-feira (05), em um evento alusivo ao Dia Nacional do Papiloscopista, na Coordenadoria de Identificação Humana e Perícias Biométricas (CIHPB) da Pefoce, que fica no Vapt Vupt do Antônio Bezerra. A solenidade contou com a presença do titular da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), André Costa, do perito geral, Ricardo Macêdo, do presidente do Conselho de Defesa do Policial no Exercício da Função (CDPEF), Ricardo Valente, e de representantes do gabinete do governador do Ceará, entre outras autoridades.


“A atividade desenvolvida pelos profissionais em papiloscopia é de fundamental importância para a construção de novas técnicas científicas forenses”, avalia Ricardo Macêdo. Durante o evento no Vapt Vupt, ele e os demais presentes assistiram a algumas exposições feitas pelos auxiliares de perícia, em demonstração dos serviços realizados. “Nós chegamos a dois tipos de identificação: civil e criminal. O primeiro consiste na coleta de dados e de digitais para elaboração da carteira de identidade (o RG) e o outro, por sua vez, se refere ao registro de pessoas que cometem delitos”, explica Rômulo de Oliveira, coordenador da CIHPB.

De acordo com Paulo Praciano, que é um dos auxiliares de perícia da Pefoce e atua no CIHPB, a papiloscopia individualiza cada pessoa, além de ser um método com resultado imediato e de baixo custo. “Agora, toda identidade que é feita pela segunda vez precisa passar pela comparação”, fala, ao enfatizar que a tecnologia empregada busca evitar possíveis fraudes na realização da 2ª via do RG. A abrangência do estudo papiloscópico permite aos profissionais da Pefoce uma variedade de formas de atuação. Os exames tambem alcançam a área de Necropapiloscopia (identificação cadavérica), entre outras. A análise das impressões digitais proporciona ainda agilidade na identificação de uma pessoa capturada por cometer delito e sem documentação. O Laboratório de Impressão Papiloscópica (LIP) da instituição desenvolve ações que auxiliam em trabalhos investigativos. Materiais colhidos por peritos criminais no espaço de um delito são analisados e passam por métodos físicos e químicos. Estes e outros trabalhos foram destacados durante a solenidade realizada ontem (05).