Conselho Estadual de Política Cultural se reúne nesta quinta-feira, 25/5, às 14h, no auditório do Cineteatro São Luiz

O Conselho Estadual de Política Cultural (CEPC) realiza a 3ª Reunião Ordinária de 2017 nesta quinta-feira, 25/5, às 14h, no auditório do Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500, Centro, com entrada pelo portão do lado direito do prédio), equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult). A reunião será transmitida pela página do Facebook da Secult (@Secretaria da Cultura do Estado do Ceará).
Entre as pautas da reunião estão a apresentação do Instituto Dragão do Mar sobre investimentos e gerenciamento dos equipamentos ligados ao instituto, solicitada pelos conselheiros, e a indicação de membros da Comissão Temática para debater o projeto Ceará Filmes e outra para debater o processo de eleição para o próxima gestão do CEPC.
Na ocasião, também será apresentada as indicações de conselheiros feitas na última reunião para a Comissão Temática de Revisão da Legislação (Fundo Estadual de Cultura e Mecenato). O “Fortalecimento dos Sistemas Municipais de Cultura”, abordando as estratégias, instâncias, ações e investimentos, é tema da Câmara Técnica, que terá também sua indicação de membros durante a reunião.
O Conselho Estadual de Política Cultural do Ceará é um órgão colegiado permanente, de caráter normativo, deliberativo, fiscalizatório e consultivo, de composição majoritária da sociedade civil, integrante do Sistema Estadual de Cultura, vinculado administrativa e financeiramente à Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, com a atribuição de institucionalizar as relações entre a administração pública estadual e os diversos setores da sociedade civil, com a finalidade de promover uma gestão democrática e autônoma da política cultural no Estado do Ceará.
O Conselho Estadual de Políticas Culturais foi formado a partir da normatização da lei estadual nº 15.552/2014, a nova lei do Conselho Estadual de Política Cultural. O Conselho, antes formado por 22 membros, passou a ter 40 integrantes, tendo maioria de representantes da sociedade civil e contemplando novas linguagens artísticas, como a moda e as mídias digitais, além do segmento “Culturas Indígenas”, o único que teve eleição por meio de assembleia presencial, atendendo a uma solicitação dos próprios interessados.