Histórico do IPEC
O Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC foi fundado em 23 de janeiro de 1939. Até o ano de 1999, o IPEC prestava serviços tanto de saúde como previdência aos servidores estaduais. No mesmo ano, o Instituto se desvinculou da previdência, passando a oferecer exclusivamente serviços de saúde. Em 2007, sua missão é consolidada e por conta disso torna-se Instituto de Saúde dos Servidores do Estado do Ceará – ISSEC.
Ao longo dos 75 anos de história, o Instituto foi administrado por 20 autoridades. De advogados, médicos, economistas entre outras profissões, cada um contribuiu de forma significativa para o crescimento e consolidação do Instituto, além de proporcionar melhorias na vida dos servidores.
Conheça mais sobre cada uma delas:
Médico Traumo-ortopedista. Nasceu em 11 de junho de 1953. É filho de José de Sá Cavalcante e Maria Nerci Nogueira de Sá Cavalcante. Exerceu as funções de Médico na extinta Fundação de Saúde do Estado do Ceará – FUSEC e foi Superintendente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 07 de fevereiro de 2003 a 03 de janeiro de 2007. Em sua administração, foi o responsável pela conclusão e inauguração, em 2006, do Centro de Especialidades Médicas do IPEC.
Nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, em 30 de setembro de 1950. É filho de Edson Seabra e Hilma Machado Seabra. É Engenheiro Civil, formado pela Universidade Federal do Ceará – UFC, e Administrador, formado pela Escola de Administração da Universidade Estadual do Ceará – UECE. Foi Vice-Presidente do então Serviço de Processamento de Dados do Estado do Ceará – SEPROCE, e também ocupou os cargos de Assessor da Presidência do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará e de Diretor Administrativo-Financeiro da Secretaria de Educação do Estado do Ceará. Foi Superintendente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC no período de 18 de junho de 1996 a 05 de fevereiro de 2003.
Médico Cardiologista, nasceu em 15 de abril de 1952, na cidade de Niterói-RJ. Aos três anos de idade mudou-se para Sobral, no Ceará, onde estudou no Pré- Seminário e no Colégio Cearense, até mudar-se para Fortaleza, onde concluiu os estudos de 2º grau no Colégio Castelo Branco. Estudou medicina na Faculdade de Ciências Médicas do Recife, da Universidade Estadual do Pernambuco e fez residência em cardiologia no Hospital das Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Exerceu suas funções de médico na Casa de Saúde São Raimundo Nonato, na Santa Casa de Misericórdia, no Hospital Cesar Cals, no Instituto Dr. José Frota e no Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (Hospital do Coração). Foi Superintendente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 19 de fevereiro de 1992 a 17 de junho de 1996. Na presidência do IPEC fez grandes obras que fortaleceram a assistência à saúde como as reformas das extintas Agência do IPEC no interior do estado e o Pólo Operacional do IPEC, que contemplava os Centros de Referência de Assistência ao Excepcional e de Fisioterapia, a Perícia Médica e o Almoxarifado Geral.
Nasceu em 28 de março de 1945, em Siqueira Campos, no estado do Paraná. É o quarto dos cinco filhos do Pastor batista Agenor Herculano Ribeiro e da Dona de Casa Pedrina Ferraz Ribeiro. Cresceu no interior paranaense e, em 1962, foi para o Rio de Janeiro completar os seus estudos. Lá concluiu o nível médio e ingressou no curso de Direito da Universidade Cândido Mendes, na qual se formou em 1972. Fez carreira como advogado e depois como executivo da Companhia Cervejaria Brahma, tendo ocupado diversos cargos de direção nas filiais do Rio de Janeiro, Curitiba, Agudos (SP), Recife e Fortaleza, onde chegou em 1982. Em 1990, deixou a empresa e assumiu o cargo de Superintendente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 23 de julho de 1991 a 18 de fevereiro de 1992, à convite do Governador Ciro Gomes. Após deixar o cargo, voltou-se à carreira jurídica e foi Procurador do Município de Fortaleza e Juiz Estadual, à frente das comarcas de Ipaumirim, Cedro, Itapipoca e Fortaleza. Atuou na 7ª Vara Criminal do Fórum Clóvis Beviláqua até 2008.
Nasceu em Crateús, no dia 15 de junho de 1949. Filho de Expedito Leitão Veras e Maria José Beserra Veras. Médico formado pela Universidade Federal do Ceará – UFC, é Clinico Geral, com especialização em Medicina do Trabalho. No exercício de suas funções de médico, é servidor inativo da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará e do próprio ISSEC, onde assumiu a Superintendência do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 14 de setembro de 1987 a 22 de julho de 1991. Fundador e presidente do Instituto Integrado de Saúde.
Médico nascido no município de Tauá, fundou em sua própria casa o Consultório da Amizade, onde atendia a população gratuitamente. No local, atualmente funciona o CAPS, que promove atendimento a pacientes com distúrbios mentais e também a crianças, com uma equipe de médicos e outros profissionais da área. Casado com Dona Mônica Moreira Gomes de Aguiar, é também escritor, político e orador. Prefeito de Tauá por duas vezes, Dr. Domingos foi o único político que se elegeu sem concorrência à prefeitura do município, sendo candidato único. Foi o responsável por colocar na vida pública vários políticos da região dos Inhamuns, dentre os quais, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Antonio Câmara, o filho, atual vice-governador do Estado, Domingos Gomes de Aguiar Filho e o neto, o Deputado Federal e atual Secretário Municipal da Copa, Domingos Gomes de Aguiar Neto. Em sua vida pública foi Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará, no período de 07 de junho de 1984 a 11 de setembro de 1987, Superintendente da extinta Fundação de Saúde do Estado do Ceará e Assessor Especial para Área da Saúde do Governo Virgílio Távora, aposentando-se como médico do estado e da União. Dentre suas obras literárias, podemos citar a obra de ficção “O Fichário do Dr. Rogério”
Nascido em Jaicós, no Estado do Piauí, iniciou suas atividades de mestre-escola na fazenda onde nasceu. Posteriormente, trabalhou com auxiliar de disciplina, no internato do Ginásio Diocesano do Crato. Foi diretor da Consagração Mariana nas cidades do Crato e de Fortaleza, da Casa do Estudante do Ceará e da Folha Estudantil. Aprovado em 1º lugar no exame vestibular para a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, onde concluiu o curso de Ciências Jurídicas e Sociais, no ano de 1953, integrando, durante a faculdade, a Diretoria do Tradicional Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua. Aprovado em concurso promovido pelo antigo DASP, para o cargo de Inspetor Federal do Ensino Secundário. Em 1954 iniciou o exercício da advocacia. Em 1957 foi nomeado Secretário da Prefeitura Municipal de Parnaíba, no Estado do Piauí. Neste mesmo ano, casa-se com Zilda Peres Mota. Já no período de 1958 a 1959 foi diretor do Departamento de Terras e Colonização, da Secretaria de Agricultura do Estado do Ceará, e membro do Conselho Rodoviário Estadual quando, em 1959, foi nomeado, depois de habilitação em concurso de títulos e provas, professor efetivo de direito da Academia de Polícia Cearense Gal. Edgard Facó. De 1962 a 1963, foi assessor jurídico da Secretaria da Educação e Cultura do Estado do Ceará e da Procuradoria Geral do Estado, atuando também no Departamento Nacional de Estradas de Ferro, exercendo o cargo de Sub-procurador Geral.
Membro efetivo do tradicional Rotary Clube de Fortaleza, integrou todas as suas comissões, chegando a Presidência, em 1980, eleito posteriormente Governador Distrital do Clube. Atuou como Procurador da Rede Ferroviária Federal S/A e da Rede de Viação Cearense, na chefia do Setor de Direito Público e Privado. Presidiu a comissão estadual responsável por estruturar, regulamentar e implantar o Instituto de Terras do Ceará – ITECE, hoje Instituto de Desenvolvimento Agrário do Ceará – IDACE. Em 1981, foi nomeado Diretor de Secretaria da 1ª Vara da Justiça Federal e, em 1982, foi contratado para exercer a função de Procurador Judicial do Instituto de Previdência do Estado do Ceará, tornando-se Presidente da Autarquia, de 28 de março de 1983 a 28 de maio de 1984. Presidiu a realização dos concursos para Defensoria Pública e para a Procuradoria Geral do Estado do Ceará. Foi Conselheiro, Secretário, Membro da Comissão de Ética e Disciplina e Presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil, secção do Ceará, havendo sido premiado com o trofeu Clovis Bevilaqua, em 1997, e com a Medalha Advogado Padrão, em 2002. Fez parte da Academia Cearense de Letras Jurídicas. Entre seus artigos jurídicos e obras destaca-se o livro de poemas Pedras da Vida.
Nasceu em Iguatu, no dia 15 de maio de 1922. Bacharel em Direito, Deputado Estadual de 1951 a 1959, conselheiro do TCM – Tribunal de Contas do Município, vereador em Fortaleza, Secretário de Agricultura do governo Virgílio Távora, Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 17 de março de 1979 a 15 de março de 1983, onde realizou as obras de reforma e ampliação dos laboratórios de análises clínicas. Secretário de Justiça do governo César Cals. Como político, filiado do partido União Democrática Nacional (UDN), teve votações expressivas, sendo um dos três deputados mais votados em Fortaleza. Ficou na política até a década de 1960, quando foi candidato a vice-governador, porém não chegou a ser eleito. O ex-deputado também foi diretor da Imprensa Oficial do Estado do Ceará e trabalhou na diretoria do Banco do Estado do Ceará (BEC).
Economista formado pela Universidade Federal do Ceará, Cláudio Couto Lóssio foi Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, de 08 de abril de 1975 a 16 de março de 1979. No período que esteve a frente da Instituição, foi o responsável pela expansão do atendimento na área de saúde, aumentando significativamente o número das extintas agências do IPEC no interior do estado. Também foi responsável pela aquisição do sistema de microfilmagem, inovando no âmbito do serviço público estadual. Em Fortaleza, multiplicou os serviços prestados pelo Instituto com a ampliação dos laboratórios e a construção do prédio anexo para o funcionamento de novos consultórios médicos, setores de fisioterapia, farmácia e demais tipos de assistência. Para os servidores da época, concedeu a conhecida reclassificação de 1978 e iniciou os trabalhos para elaboração do texto legal que, posteriormente, resultou na aprovação da lei nº10.776/1982.
Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará- IPEC no período de 07 de maio de 1970 a 07 de abril de 1975. Em 19 de setembro de 1936 foi promovido a primeiro Tenente em jantar, no Restaurante Ramon, em homenagem aos Oficiais do 23° B. C, juntamente com Luís Flamarion Barreto Lima, Francisco Mascarenhas Façanha, Valmir Carvalhedo, Ernesto Pompeu Vidal, Manuel de Castro, Ferny Pires Ferreira e Ademar Scaffer. Em 10 de abril de 1938 em diligência dirigida por ele, são presos cerca de 40 integralistas de Jereraú e Pacatuba, inclusive o chefe, Sr. Eduardo Benevides. Muitas armas foram, então, apreendidas. Em 28 de julho de 1938 ofereceu banquete, no Ideal Clube, em honra do Dr. José Martins Rodrigues, que por três meses esteve no exercício da Interventoria Federal Menezes Pimentel. Em 05 de setembro de 1942 como Coronel do Exército Brasileiro assume o comando geral da Força Policial do Ceará (hoje Polícia Militar do Ceará – PMC), em substituição ao coronel Luís David de Sousa. Em 19 de setembro de 1942 toma posse, no cargo de Secretário de Polícia e Segurança Pública, substituindo Rui de Almeida Monte (Rui Monte), que deixa o cargo para assumir o de Secretário da Agricultura.
Nasceu em Fortaleza, no dia 12 de março de 1934 e faleceu na mesma cidade, no dia 19 de outubro de 1977, aos 43 anos de idade. Médico, o Dr. Luciano José Torres de Melo foi o nono Presidente da História do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, ocupando o cargo no período de 15 de setembro de 1966 a 30 de março de 1970. Em sua administração construiu e inaugurou o Departamento Médico-Odontológico. Também foi Diretor do Hospital de Saúde Mental Myra y Lopez, Conselheiro e Presidente do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará, no período de 22 de janeiro de 1971 a 20 de janeiro de 1975. De tradicional família com destaque na vida militar cearense, é filho de José Ramos Torres de Melo e Dona Edith Torres de Melo, fundadores do Asilo de Mendicidade do Ceará, hoje denominado Lar Torres de Melo, especializado na assistência e tratamento de pessoas idosas em estado de dependência parcial, total e fase terminal.
Nascido em Pacatuba, estado do Ceará, no dia 26 de setembro de 1913 e falecido em Fortaleza, no dia 03 de janeiro de 1968. Farmacêutico Bioquímico, formado pela Universidade Federal do Ceará – UFC, na turma de 1933. Ex-Agente do Loide Brasileiro no Ceará e membro integrante do Rotary Club International de Fortaleza. Comerciário, dono das farmácias Teodorico e dos Merceeiros. Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 18 de dezembro de 1958 à 14 de setembro de 1966, nos governos de Parsival Barroso e de Virgílio Távora. Além disso, em duas seguidas gestões foi também diretor efetivo do Arquivo Público Estadual e ainda presidente do Clube dos Diários, por mais de 20 anos. Em sua passagem pelo IPEC, ampliou de forma considerável o atendimento de saúde aos seus segurados e dependentes, assinando convênios até antes inexistentes, com diversos hospitais e o atendimento interno, contratando médicos, dentistas e farmacêuticos bioquímicos, além da aquisição de novos equipamentos odontológicos e laboratoriais. Ampliou o loteamento da Cidade dos Funcionários, com a aquisição de vários terrenos, onde construiu casas para os servidores, facilitando os respectivos financiamentos através da Carteira de Empréstimos Hipotecários existentes no órgão. Ainda em sua gestão, adquiriu os imóveis da Rua Senador Pompeu, onde posteriormente deram espaço a construção de um laboratório e do prédio sede do ISSEC.
Fausto Aguiar Arruda nasceu em Massapê, em 19 de dezembro de 1925, e faleceu em Fortaleza, em 14 de novembro de 1981. Filho de Ricardo José de Arruda e Maria da Conceição Arruda. Com 15 anos foi para Fortaleza, onde ingressou no Colégio Waldemar Falcão. Abandonou os estudos porque necessitava trabalhar. Conseguindo reunir algumas economias, fundou urna casa de móveis. Foi Diretor-Gerente da Cooperativa Suburbana de Consumo. Exerceu a presidência do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 11 de dezembro de 1958 a 17 de dezembro de 1958. Ingressando na política, foi eleito Deputado Estadual, exercendo importantes funções no desempenho dos seus mandatos legislativos. Técnico em Mercado de Capitais, pesquisador em Cibernética.
Nasceu em Mombaça a 21 de dezembro de 1898. Filho de José Tavares de Sá e Benevides e Maria do Carmo Feijó Benevides. Faleceu em Fortaleza a 27 de janeiro de 1983. Notário Público. Estudou no Colégio que existiu em 1912, em Mombaça, sob a direção do professor José Militão de Albuquerque e, posteriormente, em outro estabelecimento de ensino também em Mombaça, dirigido por João Batista Benevides Figueiredo e Augusto Jaime Benevides de Alencar. Em 1924 foi eleito Vereador à Câmara Municipal daquela cidade, mandato a que renunciou no mesmo ano por ter sido nomeado, vitaliciamente, 1º Tabelião, Escrivão e Oficial do Registro Civil daquele Termo. Exerceu no governo interventorial do Capitão Roberto Carneiro de Mendonça, as funções de Inspetor Escolar. Em 1936, foi eleito Prefeito Municipal de Mombaça, renunciando ao cargo dois meses após a posse, para reassumir as funções de Notário Público. Dedicou-se a estudos de genealogia e história do Ceará, podendo ser considerado uma das nossas autoridades nesses assuntos. Deputado Estadual na Constituinte de 1947. Reeleito para legislatura de 1951/1954. Primeiro suplente da Mesa Diretora da Assembléia nos anos de 1949 e 1950. No Governo Paulo Sarasate, foi nomeado Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, para o período de 29 de março de 1955 a 10 de dezembro de 1958, e membro do Conselho Rodoviário do Estado. Homem de letras, autodidata, profundo conhecedor da história do Brasil e do Ceará, colaborou com artigos e conferências na revista carioca “Fon-Fon”, sob a direção de Gustavo Barroso, e com a revista do Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico do Ceará. Memorialista, estudioso da genealogia cearense, publicou em 1980 o livro “Mombaça – Biografia de um Sertão”.
março de 1955. Foi secretário geral do Diretório Executivo Estadual da União Democrática Nacional – UDN, registrado no Tribunal Regional Eleitoral – TRE em 13 de novembro de 1945.
Em 28 de outubro de 1951, dia dedicado ao funcionalismo público, foi lançada a pedra fundamental da ‘Cidade dos Funcionários’, nas proximidades de Messejana, no lugar Cajazeiras, onde o IPEC, por iniciativa de seu presidente adquiriu e loteou vasta área de terreno para revenda a seus associados.
Em 05 de abril de 1966 foi empossado na Provedoria da Santa Casa de Misericórdia, ocupando a vaga deixada com o falecimento do Desembargador Feliciano de Ataíde.
Em 18 de junho de 1970 o Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC inaugura o Posto Médico Gurgel do Amaral, na Cidade dos Funcionários.
O Agrônomo Dr. Ramir Valente teve passagens por diversos órgãos e entidades do Estado do Ceará, dentre estas foi Diretor do Departamento de Fiscalização e Classificação Interna do Algodão, da então Secretaria da Agricultura, hoje Secretária do Desenvolvimento Agrário, e Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 16 de março de 1946 a 24 de fevereiro de 1947. Casou-se com a Sra. Wanda Augusta de Holanda Valente, da família Holanda, da região de Guaramiranga, com quem teve cinco filhos.
Murilo de Araújo Mota nasceu em Ipú, em 16 de janeiro de 1916. Advogado, jornalista e editorialista do Jornal Correio do Ceará. No estado do Ceará, foi Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 11 de março de 1945 a 15 de fevereiro de 1946, quando deixou a presidência do Instituto para ocupar o cargo de Procurador Judicial do Estado do Ceará.
Odontólogo e Advogado formado na turma de Direito de 1915, pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Mozart Catunda fundou, juntamente com Rodolfo Teófilo, Francisco de Sá Roriz, Afonso de Pontes Medeiros, Raymundo Leopoldo Coelho e o Naturalista Francisco Dias da Rocha, a Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará, hoje vinculada à Universidade Federal do Ceará, integrando o primeiro corpo docente da faculdade de farmácia. Foi assistente da antiga CAETA e Secretário de Polícia do Estado do Ceará. No Instituto de Previdência do Estado do Ceará, foi Presidente no período de 20 de abril de 1944 a 10 de março de 1945.
Nasceu em Mombaça, no Estado do Ceará, no dia 11 de janeiro de 1906 e faleceu na capital, Fortaleza, em 17 de junho de 1979. Foi advogado, jornalista e político brasileiro. Ocupou os cargos de prefeito de Fortaleza e governador do Estado do Ceará. Plácido era filho de João Fernandes Castelo, prefeito de Mombaça em 1935, e Antonina Aderaldo Castelo, sobrinha-neta do Barão de São Leonardo. Casou-se com Joana Freire Castelo (Netinha), com quem teve doze filhos. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Ceará, em 1930, atuou como advogado, jornalista e político. Como deputado estadual constituinte, em 1935, participou da elaboração da Constituição do seu estado. Elegeu-se ainda deputado estadual para os mandatos de 1951 (suplência), 1955, 1959 (suplência) e 1963. Exerceu os cargos de primeiro secretário e segundo vice-presidente do poder legislativo cearense. Ocupou os cargos de secretário de Agricultura e Obras Públicas e secretário da Fazenda do Estado do Ceará. Fundou e exerceu a presidência do Instituto de Previdência do Estado do Ceará – IPEC, no período de 23 de janeiro de 1939 a 1º de abril de 1944. Foi prefeito da cidade de Fortaleza e governador do Estado do Ceará, no período de 1966 a 1971. Seu governo foi de inúmeras realizações, sendo de grande importância e desenvolvimento para o Ceará, dentre elas estão a criação do Tribunal de Contas dos Municípios, em Fortaleza, e a construção do Estádio Castelão na mesma cidade.