Semace lança novo aplicativo com inteligência artificial

A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) lançou, nesta segunda-feira (02), sua nova ferramenta digital ‘Semace Online’. O aplicativo está disponível para o sistema Android gratuitamente.

Confira os trechos próprios na capital
Leste
Praia do Futuro – Praia do Caça e Pesca. Na altura da rua Germiniano Jurema.
Praia do Futuro – Na altura da Capela de Santa Terezinha. Próximo ao Posto Guarda-vidas 09.
Praia do Futuro – Na altura da rua Embratel. Próximo ao Posto Guarda-vidas 08.
Praia do Futuro – Na altura da rua Francisco Montenegro. Próximo ao Posto Guarda-vidas 06.
Praia do Futuro – Na altura da rua Antônio Atualpa Rodrigues.
Praia do Futuro – Na altura da Av. Carlos Jereissati.
Praia do Futuro – Na altura da rua Gerôncio Brígido Neto. Próximo ao Posto Guarda-vidas 01.
Praia do Futuro – Na altura da rua Clóvis Mota. Em frente ao Clube dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militares.
Praia do Futuro – Na altura da Areninha Praia do Futuro I.
Praia do Futuro – Na altura da rua Ismael Pordeus.
Praia da Abreulândia – Na altura da rua Teófilo Ramos.
Praia do Titanzinho – Praia do Titanzinho.
Praia da Sabiaguaba – Na altura da rua Sabiaguaba.
Praia do Titanzinho – Praia do Titanzinho.
Contextualização técnica e metodologia
A pesquisa avaliou a ocupação em Áreas de Preservação Permanente (APPs), áreas não edificáveis e faixas de proteção ambiental, confrontando a realidade observada em campo com os parâmetros legais estabelecidos nas esferas federal, estadual e municipal. O levantamento foi conduzido pelos fiscais da Diretoria de Fiscalização (Difis) da Semace Rodrigo Lucena, José Auricélio, Liliana Mota e Isael Gomes.
De acordo com o fiscal da Semace, Rodrigo Lucena, a definição da área de estudo decorreu de ações anteriores de fiscalização. “O local foi escolhido por conta de uma ação de fiscalização anterior que identificou uma série de estruturas que possivelmente estavam ocupando áreas legalmente protegidas”, afirmou.
A metodologia adotada no estudo combinou técnicas de geoprocessamento, interpretação visual e análise multitemporal de imagens de satélite, abrangendo o período de 2004 a 2024, além da realização de trabalhos de campo. Segundo Rodrigo Lucena, essas atividades foram essenciais para a correta delimitação das áreas sensíveis. “Nós realizamos trabalhos de campo durante dois dias visando estabelecer a linha de ruptura do relevo na área das falésias e mais um dia para realizar o levantamento da linha de cheia máxima da maré”, explicou.